google.com, pub-7013487381499349, DIRECT, f08c47fec0942fa0

Técnica de Panning


Nikon D200 + Nikkor 80-200mm f/2.8 ED AF
(@ 80m; ISO 100; f/16; 1/40 Seg.)

Esta semana, aproveitando o facto de aqui publicar algumas fotografias recentes, vamos abordar uma técnica fotográfica adequada a objectos em movimento. É a chamada técnica de “panning”. Consiste em fotografar objectos (em movimento), desfocando propositadamente o fundo, criando um tipo “esborratado”, mas mantendo nítido o objecto que se move. É uma técnica que exige alguma paciência e é tanto mais fácil de usar quanto mais rápido a focar for o conjunto câmara/objectiva. Para obter este tipo de efeito devemos usar velocidades de obturação baixas, geralmente entre 1/60 – 1/30seg., podendo inclusive esses valores serem um pouco mais amplos e conseguindo-se idênticos resultados com valores entre os 1/125seg. e os 1/15seg. consoante a velocidade do que pretendemos fotografar seja bastante rápida, ou pelo contrário, bastante lenta. O efeito do desfoque será tanto maior quanto menor for a velocidade de obturação. A dificuldade desta técnica consiste na capacidade de, a velocidades de obturação tão baixas, conseguir manter mais ou menos definido o objecto fotografado.


Nikon D200 + Nikkor 14-24mm f/2.8 G ED-IF AF-S
(@ 24mm; ISO 100; f/20; 1/15 Seg.)

A técnica consiste em seguir o objecto que queremos fotografar acompanhando a sua velocidade até premir o botão do obturador. Isto permitirá obter uma fotografia em que o sujeito da fotografia estará, mais ou menos, definido enquanto que o fundo dará a impressão de estar “tremido”. Este tipo de fotografia resulta bem em fotografias de desportos motorizados, pessoas a correr, animais em movimento…


Nikon D200 + Nikkor 28-70mm f/2.8 ED-IF AF-S
(@ 70mm; ISO 100; f/10; 1/125 Seg.)

Explicando… começamos por acompanhar o objecto em movimento (pessoa, veículo, etc.) seguindo-o à sua velocidade a uma certa distância tentando sempre mantê-lo em foco e quando o tivermos devidamente enquadrado captamos a cena. Convém não esquecer, mesmo durante o momento em que carregamos no botão obturador, de continuar o movimento de acompanhamento do mesmo pois caso não o façamos, dadas as baixas velocidades de obturação usadas, o motivo principal não vai ficar devidamente nítido!
Regular a câmara para o modo de captação de exposições rápidas contínuas (caso a câmara o tenha) é uma boa ideia pois enquanto seguimos o objecto em movimento fazemos várias exposições tornando-se mais fácil escolher aquela que nos parecer melhor em termos de nitidez e enquadramento. Paralelamente, seleccionar o modo de focagem contínuo pode ajudar mas este aspecto é uma questão de gosto e de adaptação pois também se podem obter iguais resultados com o modo de focagem "single".
Pessoalmente, para este tipo de fotografia, regulo geralmente a câmara (Nikon D200) da seguinte forma:
  1. Focagem: "Single Point" - prefiro usar a focagem num único ponto AF (a focagem dinâmica por vezes foca em sítio diverso do que pretendemos);
  2. Modo de focagem: Contínuo - selector em "C"; e
  3. Modo de Exposição: Exposições contínuas - "CH" (5 fotografias p/seg.)

Já quanto às velocidades de obturação, como já foi referido, variam em função da velocidade do objecto a fotografar bem assim como do "efeito" que pretendemos criar. Como se verifica nos exemplos pode existir uma grande amplitude nas velocidades que podem ser usadas.
Este tipo de “seguimento” do objecto é facilitado se o mesmo se mover paralelamente ao sítio onde nos encontramos bem como se usarmos um tripé que permita facilmente o uso dessa função (tripés com cabeça de rótula por exemplo).

Nikon D200 + Nikkor 28-70mm f/2.8 ED-IF AF-S
(@ 70mm; ISO 100; f/10; 1/45 Seg.)

As fotografias dos exemplos, que foram captadas sem tripé, transmitem a sensação de movimento precisamente pelo efeito de “tremido/arrastado” do fundo. Contrariamente a esta técnica, podemos também fotografar objectos em movimento usando velocidades de obturação rápidas de maneira a que a fotografia não fique “tremida”. Todavia, esta última técnica, “congela” toda a cena, tornando-se os resultados menos apelativos porquanto não conseguem transmitir aquilo que estamos precisamente a fotografar, ou seja, o movimento!

Nikon Nikkor 14-24mm f/2.8 G ED-IF AF-S






Vencedora do prémio “Tipa” (Technical Image Press Association) na categoria de melhor objectiva profissional do ano de 2008, esta Nikkor 14-24mm f/2.8 G ED-IF AF-S faz parte da nova geração de objectivas da marca Nikon. É uma objectiva da série G, o que demonstra que a marca está cada vez mais a apostar na “era digital” porquanto as desta série, por inexistência do anel de aberturas, não podem ser usadas nas mais antigas câmaras de filme (que não tenham possibilidade de regular a abertura do diafragma através da câmara). Também a aposta no revestimento “Nano coating” a que a Nikon chama de “Nano-Crystal Coat” está bem evidente, pelo menos no grande “N” gravado no corpo da objectiva. Já quanto aos seus efeitos na prática… é difícil dizer se esse revestimento, para melhor protecção contra o “flare” e “ghosts” é eficaz ou não, mas quanto ao “flare”, não sei se reduzido ou não, ele continua a existir! Este revestimento óptico faz com que as lentes deixem de ter os tradicionais reflexos de cor azul esverdeada quando vistas à luz passando a parecer muito mais “cristalinas” e sem reflexos que qualquer cor… esta é a teoria….
Pessoalmente, sou mais utilizador de teleobjectivas e objectivas de distância focal “normal”, quer sejam “prime” ou “zoom” do que de grande-angulares. Experimentar e, de certa forma, testar esta foi por um lado uma boa experiência, mas por outro lado um alívio por nunca ter comprado uma sem antes experimentar. Ditas assim as coisas, quase se podia pensar que não é tão boa como seria de esperar. Nada disso! Só que para comprar esta objectiva devemos saber bem o que queremos, designadamente, qual a utilização que predominantemente lhe vamos dar e, não menos importante, quanto dinheiro temos para gastar!!!
A opinião acerca desta Nikkor é dada com base em experiências/testes que efectuei, devendo ter-se em consideração que esta objectiva “Ultra grande-angular” só aproveita todo o seu potencial quando usada em formato FX (24x36mm).
Todavia, todos os testes foram efectuados em formato DX (16x24mm), com uma Nikon D200, pelo que só parte do aqui relatado, designadamente o que não tem a ver com a questão de diferença de formatos, é que pode ser comum e ser, por isso, opinião válida para os dois. Feita esta explicação ou “chamada de atenção”, e se mesmo assim entende que esta é a objectiva que precisa aqui fica a minha opinião que, vale o que vale, claro. Por isso mesmo é que é uma… opinião!


Manuseamento:


O tamanho e o diâmetro desta objectiva dificilmente a deixam passar despercebida. Mal a colocamos na câmara sabemos que estamos perante aquilo que a Nikon de melhor faz na sua gama de objectivas mais elitista… designada para “profissionais”.
O seu tamanho em nada fica a dever à 28-70mm f/2.8 ED-IF AF-S.
Ao lado, e “lado a lado”, temos as duas.
Apesar do seu tamanho e peso, quando acoplada a uma Nikon D200 com punho, que usei para este teste, o equilíbrio é bom. Está dotada do rápido sistema de focagem AF-S que é muito silencioso e muito rápido. Na realidade, em exteriores, numa qualquer rua, mesmo com pouco movimento, é praticamente impossível ouvir o foco a mover-se! Pese embora o sistema de focagem ser o mesmo ainda é mais silenciosa, por comparação, com a acima referida 28-70mm f/2.8!Tão grande, ou melhor, maior ainda que o seu diâmetro, é a tampa. Quando a retiramos, o melhor mesmo é ter um saco onde a colocar pois dificilmente temos bolsos onde ela caiba!

Construção:

Robusta, pesada, e de certa forma simplista. Não existe anel de aberturas (esta objectiva é da série G, o que significa que não pode ser usada, por não ter anel de aberturas, em câmaras mais antigas…. algo que certamente não fará qualquer diferença à quase totalidade dos compradores desta 14-24mm).

Um pormenor curioso é a existência do vedante em borracha com vista a isolar ou diminui a entrada de poeiras entre a câmara e a objectiva pela zona da baioneta.
De resto, quer o anel de focagem quer o de distâncias focais têm um funcionamento suave e preciso (achei quer o anel de focagem, quer o de distâncias focais um pouco mais suave - fácil de rodar - que outras o objectivas da Nikon).
Contrariamente a outras grande-angulares, esta 14-24mm não suporta o uso de filtros, quer na sua frente, quer na sua traseira como é o caso, por exemplo, da Nikkor 16mm f/2.8 Fisheye.
Na realidade, a enorme lente frontal além de não permitir, como já se disse, o uso de filtros obriga ainda, em virtude dos seus 95mm de diâmetro e da sua proeminente exposição, a frequentes e certos cuidados com a sua limpeza. Este “vidro” move-se para a frente e para trás, mas sem rodar, aquando da mudança de distâncias focais encontrando-se mais saliente quando a distância focal seleccionada é de 14mm.
O botão selector AM/M para uma instantânea transição de foco A(F) (foco automático) para M (foco manual) ou optar unicamente pelo modo manual M claro que também lá está!
De toda a tecnologia mais recente aplicada às objectivas Nikkor a única que está ausente nesta 14-24mm é o sistema de estabilização de imagem VR. Mas também, diga-se em boa verdade, o mesmo não é necessário. Com distâncias focais tão reduzidas as velocidades de obturação podem ser bastante lentas sem que as imagens fiquem “tremidas”. Seguindo o principio da relação entre distância focal/velocidade de obturação esta objectiva é capaz, em teoria, de resultados nítidos até 1/14 seg. quando em 14mm (FX)! Pelo menos até 1/15 seg. a 24mm (DX) posso garantir que consegui fotografias nítidas sem grande esforço.

Em utilização:

Um aspecto, positivo, que me surpreendeu foi a pouca distorção de imagem verificada mesmo para uma utilização de fotografia arquitectónica (quando usada devidamente, aproveitando a parte central da objectiva, isto é, ao nível do que queremos fotografar. Se a inclinarmos, perpendicularmente, ao objecto a fotografar a mais de certo ângulo, claro que já se notam distorções de planos - não me refiro ao aparecimento de linhas curvas, pois esse efeito só se verifica nas objectivas denominadas fisheye, mas sim, entre linhas paralelas, à sua convergência). De qualquer modo, não convém esquecer que esta ultra grande-angular passa a ser uma 21-36mm quando usada em formato DX, como foi o caso, pelo que só a parte central das ópticas, menos sujeita a provocar distorções, é que é usada. Por isso, toda a informação aqui constante, no que concerne a distâncias focais tem que ter em conta esse factor.

Já agora, convém esclarecer, para quem ainda não saiba, que existe uma diferença entre objectivas grande-angulares e objectivas fisheye’s no que toca às curvaturas de linhas sendo no caso das segundas (olho de peixe) característico precisamente a distorção das linhas de forma curva e convergente.
Quanto a fotografias de pessoas, nomeadamente quando de muito perto, (a cerca de pouco mais de 30cm, distância já se consegue captar toda uma face de uma pessoa) já não é tão neutra e os resultados, embora não sejam tão “dramáticos” como os conseguidos com as fisheye’s, já contêm, todavia, alguma distorção.
Por outro lado, na minha opinião e este aspecto é muito subjectivo, não me parece ser a melhor opção também para fotografia paisagística. Digo isto porque o seu ângulo de imagem de 114º (FX a 14mm) cerca 95/96º em DX é, mesmo assim, tão amplo que reduz de forma exagerada a cena captada.
Dadas as características desta objectiva o seu campo de aplicação natural será o fotojornalismo e o de fotografia de espectáculos designadamente em espaços pequenos e ainda, claro, a fotografia de interiores de maneira geral dadas as boas características quanto ao aspecto de convergência de linhas supra explanado.

Qualidade óptica:

Recorte extraordinário a todas as aberturas (também não era de esperar menos! Dos 14 elementos ópticos que compõem esta objectiva, 2 são ED (extra-low dispersion) com o intuito de reduzir as aberrações cromáticas e 3 As (aspherical lens) para reduzir a aberrações ópticas tão características das grande-angulares. (Estes elementos ópticos têm uma curvatura não linear de modo a corrigir as cenas/objectos compensando, de maneira diferente, as deformações existentes na imagem no seu centro e nas suas extremidades). Mais uma vez convém lembrar que isto é válido para o formato DX onde só a parte central das ópticas é usada! Provavelmente, se testada em FX, os resultados seriam idênticos, mas como não testei…

Boa saturação de cores.

O que menos gostei:
  • Bokeh (ou “fora de foco ou desfoque” como lhe queiram chamar) – muito confuso o que faz com que não sejam devidamente realçados os motivos que fotografamos (apesar de ter experimentado com diferentes aberturas, não gostei mesmo). Estranhei um pouco este facto e sinceramente estava à espera de algo um pouco melhor. Tanto mais que a abertura desta objectiva é feita através de 9 lâminas que são, ainda por cima, redondas facto que é quase “garantia” de bons desfoques…! Claro que estou mais habituado aos desfoques das teleobjectivas que são sempre mais agradáveis que os de objectivas de menores distâncias focais… mas esperava um pouco melhor.
  • Aberração cromática – Um pouco de tons azuis quando testada em situações limite contra fundos claros.
  • Flare – algo de certo modo considerado “normal” nas objectivas grande-angulares devido ao seu vasto ângulo de imagem. Esta Nikkor 14-24mm não foge á regra, principalmente a 14mm apesar dos revestimentos/tratamentos que esta objectiva tem com vista a minorar esse mal. De qualquer modo é preciso dizer, que nos exemplos aqui apresentados, o “flare” foi, de certa forma, provocado intencionalmente em situações limite ao invés de ser evitado. Não obstante, obter fotografias totalmente isentas de “flare” em dias de sol forte, mesmo que com incidência lateral, obriga a alguns cuidados. (Isto, obviamente, deve-se em parte ao desenho do parasol que permite a passagem de maior quantidade de luz pela sua parte lateral que nos topos de cima e baixo).
  • Uso com flash da câmara – mais uma vez, e não obstante o facto do uso de flash com grande-angulares nem sempre ser simples (ás vezes pelas próprias limitações de ângulo dos próprios flashes) esta nikkor 14-24mm é decididamente destinada ao uso com flash externo. Sendo usada com o flash integrado na câmara, o enorme diâmetro frontal da mesma, provoca sombras.

Alguns exemplos:





  1. @ 14mm – f/7.1 – 1/125 seg.
  2. @ 14mm – f/7.1 – 1/400 seg.
  3. @ 24mm – f/7.1 – 1/400 seg.
  4. @ 14mm – f/7.1 – 1/320 seg.
  5. @ 17mm – f/7.1 – 1/250 seg.
  6. @ 24mm – f/20 – 1/40 seg.
  7. @ 24mm – f/7.1 – 1/400 seg.
  8. @ 24mm – f/8 – 1/320 seg.
  9. @ 14mm – f/8 – 1/320 seg.
  10. @14mm – f/2.8 – 1/5 seg.
  11. @14mm – f/2.8 – 1/5 seg.
  12. @24mm – f/8 – 1/200 seg.
Alguns comentários aos exemplos:
  1. relação medição/equilíbrio de luz entre claro/escuro
    Boa capacidade de equilíbrio de luz mesmo com alguns Ev’s de diferença entre tons claro/escuro
  2. correcção de linhas paralelas a 14mm
    Pareceu-me sempre mais correcto este factor a 14 do que a 24mm. Reparar também no “flare”
  3. correcção de linhas paralelas a 24mm
    O mesmo exemplo da anterior, desta vez, a 24mm. Quanto ao “flare” constata-se, a esta distância focal e nas mesmas condições, a sua inexistência.
  4. demonstração de “flare” em casos extremos
    Nesta fotografia a luz era lateral e é, claro, um exemplo extremo
  5. verticalidade de linhas ao centro e “flare”
    O “flare” em condições de luz intensa é um pouco difícil de controlar, surgindo, se não houver alguns cuidados com relativa frequência
  6. desfoque ou “bokeh”
    Este foi, sem dúvida alguma, o aspecto que menos me agradou e que mais me desiludiu, nesta objectiva. Apesar de se tratar de uma ultra grande-angular esperava melhor. Os desfoques, a várias aberturas que experimentei são confusos e pouco agradáveis visualmente. Se por um lado, a aberturas pequenas, como é o caso desta fotografia, o desfoque é pouco intenso e atractivo, por outro lado, a aberturas grandes o mesmo é, como já referi, muito confuso. Acresce ainda que, quanto mais próximo estiver, a plena abertura, a zona de desfoque da zona em foco ou nítida menos agradáveis este são!
  7. demostração da aberração cromática-tons azuis
    Nada de preocupante e só notória em casos que considero “normais” como em situações de claro/escuro
  8. verticalidade de linhas nos cantos a 24mm
    Bom contole
  9. verticalidade de linhas nos cantos a 14mm
    Igual à anterior
  10. interiores – exemplo de amplitude de verticalidadeUma das melhores facetas desta objectiva! Para dar a noção de amplitude de imagem que a mesma é capaz de captar refiro que o “Hall” da fotografia é um espaço com cerca de 5m2. E cabe todo na imagem! Reparar também na excelente capacidade de verticalidade das linhas. Realmente fantástico, mesmo tendo em conta que significam no exemplo 21mm!
  11. interiores – quando usada indevidamente
    Só coloquei esta imagem para demonstrar que, com a mesma distância focal e no mesmo espaço, os resultados obtidos, se não soubermos usar devidamente esta objectiva, podem ser realmente maus.
  12. capacidade de recorte e definição de imagem
    O “crop” a 100% fala por si! Mais refiro que a imagem foi captada sem grandes cuidados e sem recurso a tripé ou outro qualquer meio de estabilização da câmara.
Em suma:

Uma excelente, mas muito específica, objectiva.

Todas as suas características apontam para que seja a companheira ideal para fotojornalismo. Todavia, e também face ao seu preço, comprar uma objectiva destas deve fazer-nos pensar duas vezes.
Ter uma Nikkor destas provavelmente não estará ao alcance de muitos e o seu aproveitamento dependerá do tipo de fotografia que fazemos. Mas daquilo que me pareceu e pelas experiências que fiz, mesmo numa câmara de formato DX com a qual é perfeitamente compatível (ficando, neste caso, a ser uma 21-36mm), para uma utilização geral, cerca de 80% ou mais das vezes provavelmente vamos usa-la a 24mm. Claro que isto é baseado no tipo de fotografia e gostos de cada um e esta opinião não foge à regra. É baseada no tipo de fotografia GERAL que faço e não para meia dúzia de situações especiais! Por isso, para quem puder dispensar a gama de distância focais entre os 14 e os 23mm poderá ponderar a hipótese de optar, dentro duma gama “profissional” pela, quanto a mim, mais versátil 24-70mm f/2.8.
Por outro lado e caso pretendamos efectivamente uma objectiva que cubra um maior ângulo poderemos sempre ponderar outras opções dependendo do que podemos e queremos despender. A partir dos 18mm e tratando-se de objectivas “zoom” as opções já são várias desde a genérica 18-200mm f/3.5-5.6 G VR ED-IF (DX); 18-35mm f/3.5-4.5 ED AF-D; as económicas 18-55mm f/3.5-5.6 G II AF-S (DX) ou o modelo igual com VR, etc.
Para quem precisar mesmo duma grande angular mas que ainda use o sistema DX tem ainda duas opções: a 12-24mm f/4 ED-IF AF-S ou a nova 10-24mm f/3.5-4.5 G ED AF-S qualquer uma delas mais acessível que a “rainha”e premiada “zoom”aqui em causa.


Qualidade Óptica
★★★★★
Qualidade de Construção
★★★★★
Versatilidade
★★★☆☆
Manuseamento
★★★★★
Valor
★★★★★

Nikkor Lenses


Algumas…!
Da esquerda para a direita e do topo para baixo:
ED; AF-D; AI; AF-S….enfim, que significam todas estas letras?
Aproveitando a altura, porque não esta semana “traduzir” a nomenclatura que está subjacente a cada uma destas e a outras objectivas?
Já agora, porque não também um pouco de história…
A Nikkor é actualmente um nome de marca da gama de objectivas da Nikon (esta última fundada com este nome só em 1917). A Nikkor é uma designação mais antiga daquela marca que se dedicava já desde 1881, sob outro nome, ao fabrico de objectivas (não gosto de usar o termo vulgar de lentes, pois uma objectiva é formada por um ou mais conjuntos de elementos ópticos, esses sim, “lentes”).
A primeira designação da marca foi Nippon Kogaku K.K., significando o conjunto de 3 pequenas firmas de óptica. A produção sob este nome foi de objectivas denominadas Pre-AI.
A primeira produção de objectivas denominadas Nikkor (abreviatura do nome japonês Nippon Kogaku a que foi acrescentada a letra R) só começou, contudo, em 1937. Nesta altura a Nikon, que ainda não produzia as suas próprias câmaras, chegou a produzir objectivas para outros fabricantes japoneses, entre os quais, a Canon.
Até aos dias de hoje pensa-se que a marca já produziu mais de 400 modelos diferentes de objectivas!
As mais antigas são as objectivas denominadas de “Pre-AI”, que têm uma terminologia própria usando somente uma letra para indicar o número de elementos ópticos que compõem a objectiva, por exemplo, 2 elementos “B” de Bi; 3 elementos “T” de Tri; 4 elementos “Q” de Quadra…e por aí fora.
Mas, como tinha referido, aqui fica o significado, por ordem alfabética e com alguns comentários, de alguma da nomenclatura mais recente associada às objectivas NIKKOR:

AF-I – Objectiva com auto focagem através de motor (de focagem) interno (entretanto penso que já não se fabrica nenhuma e este sistema deu lugar ao mais recente AF-S que tem mais vantagens e compatibilidade com diferentes câmaras)
AF-S – Objectiva com auto focagem através de motor interno denominado SWM (silent wave motor). Basicamente tem esta denominação porque funciona de maneira silenciosa através da energia de ondas convertida em energia de rotação que faz mover o foco (um conceito um pouco difícil de explicar e de perceber por simples descrição…). As primeiras objectivas a usar este sistema era todas da gama “pro” designadamente as super teleobjectivas. Hoje está aplicado ás “baratas” objectivas de “Kit” vendidas em conjunto com as mais pequenas e recentes SLRD. Tanto mais que estas últimas câmaras (Nikon D40; D60, … D5000) só podem usar objectivas que sejam “auto-motorizadas” e comandadas via electrónica pois não dispõem de motor próprio destinado a comandar a focagem das objectivas.
AI – Abertura indexada. Termo aplicado às “velhas” objectivas de foco manual.
AI-P – Como na designação anterior com a diferença na letra “P” que significa que dispõem de um “chip” que transmite electronicamente à câmara informação designadamente para efeitos de medição de exposição. Uma das mais conhecidas, e penso que mais vendidas, objectivas a usar este sistema foi a Nikkor 500mm f/4 ED-IF AI-P.
AI-S – No fundo é um termo aplicado a objectivas AI (abertura indexada) com a nuance de poder ser usada com o programa de prioridade ao obturador e “Program” . A distinção entre estas e as AI torna-se um pouco difícil. Contudo há uma característica que as distingue visivelmente. As AI-S têm, na escala de aberturas, o seu numero maior (abertura mais pequena – f/22, f/16..) pintado de cor de laranja, tal como no modelos mais recentes que possuem esta escala. Esta característica é irrelevante se as objectivas AI ou AI-S forem usadas nos mais recentes corpos de máquina de séries “pro” ou “semi-pro” nomeadamente séries D200, D300..; D2, D3, uma vez que só “trabalham” nos modos M (manual) e A (prioridade à abertura). Nas câmaras referidas a compatibilidade com este tipo de objectivas quer sejam AI , quer sejam AI-S é igual e é possível, em termos de medição de exposição, qualquer um dos 3 modos permitidos pelas câmaras, com a diferença que a medição matricial é simplesmente 2D matrix por falta de chip que transmita a informação da distância.
ASP – Objectivas com lentes “aspherical”. As lentes asféricas são lentes com um desenho não homogéneo ao longo da sua curvatura. Deste modo corrigem-se as imagens compensando, de maneira diferente, as deformações existentes no seu centro e nas suas extremidades. A aplicação destes elementos permite uma redução do nível de aberrações ópticas características, principalmente, em objectivas grande-angulares.
CRC - “Close Range Correction”. Geralmente usado em objectivas de focagem muito próxima ao objecto. Quais? Por exemplo, as denominadas macro ou micro. Quando focamos de muito perto um determinado objecto é normal surgirem deformações ópticas. Este sistema não é mais de um “corrector para uso a distâncias próximas”. Neste sistema de objectivas as lentes movem-se internamente de maneira independente (não por conjuntos) de forma a obter um nível mínimo de deformação de imagem. Também é usual ser aplicado a grande-angulares e “fisheye”.
D – Significa que as objectivas portadoras desta sigla conseguem transmitir, electronicamente através de “chip” (ou seja, através daqueles contactos eléctricos existentes na baioneta), a distância ao objecto focado. Qual o interesse disto? No fundo tem a ver com o novo de tipo de medição matricial da Nikon que tendo em conta este elemento faz uma medição de exposição mais correcta. A chamada medição “3D Matrix”. Embora as “recentes” objectivas da série “G” não tenham mencionado na sua designação esta sigla são também, todas, “D”.
DC – “Defocus Control”. Controle de desfoque. Permitem controlar e mudar o nível de aberração cromatica existente no desfoque. Por outras palavras, permitem dosear o “bokeh” ou desfoque.
DX – Tanto se reporta a objectivas como a câmaras. Indica o formato de imagem. Por oposição ao “FX” é um sistema que usa só uma parte do tamanho convencionado da película de 35mm (dado o tamanho do sensor usado) ao passo que o FX é considerado “full format” ou seja um sensor que permite imagens finais no tamanho equivalente ao 35mm. Em termos de tamanho, o formato “DX” (16x24mm), tem um factor de ampliação de 1.5 vezes nas imagens finais em relação ao “FX” (24x36mm). Explicando, este formato “DX”, como só usa uma parte central do tradicional tamanho do formato de película 35mm faz com que as imagens captadas pareçam um “crop” à imagem total (35mm). Logo essa imagem vai parecer ampliada as tais 1.5 vezes. Quanto às objectivas portadoras desta sigla “DX” embora possam ser usadas com câmaras “FX”, facto é que, no caso das de distância focal fixa e nas “zoom” nas distâncias focais mais pequenas, parte da imagem tem de ser “cortada” em pós-produção a fim de eliminar os bordos pretos provocados pela parte interna do corpo das câmaras. Como só estão preparadas para um determinado ângulo e tamanho de sensor “DX” se usadas num tamanho maior vão captar mais quantidade de imagem do que devem.
E – Designação de uma gama de objectivas (manuais) de preço mais acessível e destinadas a ser usadas com as câmaras da série EM. A sua cotação nunca foi muito boa, em parte devido ao facto de ter sido a primeira vez que a Nikon usou plástico na construção de objectivas de maneira a diminuir o seu custo. De qualquer modo, nem todas as objectivas “Series E,” eram de plástico, como é o caso de uma toda metálica 50mm f/1.8 que possuo, e a nível óptico a sua qualidade é idêntica às AI ou AI-S.
ED – “Extra-low Dispersion”. Reporta-se à qualidade dos elementos ópticos usados, ou melhor, do seu revestimento, de maneira a reduzir as aberrações cromáticas.
FX – Recente formato introduzido nas Câmaras digitais equivalente ao 35mm. A explicação, por antagonismo, encontra-se mais acima no formato “DX”.
G – Objectivas isentas de anel de aberturas. A abertura é feita unicamente através do corpo da câmara. Em termos práticos é exactamente o que se passa com as objectivas de outras séries como é o caso das “AF-D” em que temos que bloquear o anel de aberturas na sua posição menor (a que está em números cor de laranja) para funcionarem com as recentes câmaras. A única desvantagem destas objectivas “série G” é que não podem ser usadas em antigas câmaras de filme como as Nikkormat, EM, FM, etc, pois não é possível controlar a abertura do diaframa por falta do anel de aberturas.
IF – “Internal focus” – Objectivas em que o foco é interno. Isto é, as lentes movem-se internamente para efectuar a focagem e não há nenhum elemento exterior que se mova (rode) ou aumente de tamanho durante este processo.
IX – Designa o formato de objectivas exclusivamente usado pelas câmaras da série “Pronea system”. Não servem em qualquer outro formato.
K – Sistema usado nas objectivas Pre-AI em que os anéis de focagem eram de borracha.
N – “Nano Crystal Coat”. Uma recente inovação no que toca ao revestimento das lentes das objectivas com o intuito de reduzir reflexões de “flare” e ghost”
NIC – “Nikon Integrated Coating”. Mais uma terminologia que tem a ver com o revestimento dos elementos ópticos no sentido de reduzir o “flare” e “ ghost”.
PC – “Perspective Control” - “Controle de perspectiva”. Aplicado a objectivas especificas para arquitectura, ou outros fins, que permitem corrigir ou controlar a perspectiva. São objectivas que permitem um deslocamento, quer vertical (tilt), quer horizontal (shift), dos seus elementos ópticos em relação á localização do sensor permitindo controlar ainda o desfoque.
RF – “Rear Focusing”. Significa que as objectivas portadoras desta nomenclatura fazem a focagem de modo interno, à semelhança das objectivas “IF” mas através dos seus elementos traseiros. Sistema geralmente aplicado às objectivas macro.
SIC – “Super Integrated Coating”. Mais uma designação que tem a ver com o sistema de revestimento das lentes (composto por várias camadas) a fim de reduzir o “flare” no caso das objectivas zoom.
SWM – “Silent Wave Motor”. Para não haver duplicação de explicações ver acima em “AF-S”.
UW – “Underwater”. Designação das objectivas especificas para uso aquático com as câmaras do sistema “Nikonos”.
VR – “Vibration Reduction”. Sistema de estabilização de imagem das objectivas Nikkor. Consiste num conjunto de lentes “suspensas” controladas por um microprocessador que as faz movimentar contrariando o sentido do “tremer” causado por pequenos movimentos involuntários logo que detectados por 2 pequenos sensores – um vertical e outro horizontal.
Artigos relacionados:

Dos 14mm aos 1200mm (teste a distâncias focais c/várias objectivas)

  • Pequena nota introdutória:
    As fotografias que seguem fazem parte dum teste e visam demonstrar, de forma rápida e intuitiva, a variação entre a aproximação e o ângulo de imagem obtidos a diferentes distâncias focais. A amplitude variou entre extremos tão díspares como os 14mm duma ultra grande-angular aos 1200mm proporcionados por grandes teleobjectivas! As fotografias estão sequenciadas de forma crescente e sucessiva desde os 14 aos 1200mm.
Dito isto, então cá ficam:
(Cliquem nas imagens p/amentar)


14mm


 20mm

24mm


 28mm

35mm

50mm

70mm


105mm


200mm


300mm


400mm


600mm


800mm


1200mm

O teste que esta semana publico não é mais que uma pequena experiência, que por curiosidade decidi fazer e que aqui partilho, de maneira a facilmente comparar e demonstrar a variação da proximidade ao objecto à medida que vamos aumentando a distância focal da objectiva com que fotografamos e bem assim como, de igual modo, varia o respectivo ângulo óptico.
Para fazer esta demonstração foi preciso “perder” mais de 1 hora a trocar objectivas, focar devidamente (focar manualmente, mesmo num tripé estável, com objectivas de distâncias focais superiores a 600mm torna-se um pouco difícil), tirar apontamentos… Um aspecto a ter em conta era o facto de haver necessidade de ser facilmente atingível a diferença entre os resultados obtidos meramente pela visualização das imagens.
Para isso, e para que se tornasse perceptível a demonstração relativa às diferentes distâncias focais, acima apresentada, era necessário que houvesse pontos de referência que facilmente se pudessem comparar. Embora se este teste tivesse sido efectuado num ambiente de paisagem natural as imagens fossem ser mais agradáveis, facto é que um monte ou uma planície pouco variam (por falta de pontos de referência) na forma como preenchem uma fotografia quer seja a distância focal usada de 24m, quer seja de 28mm.
Outro curiosidade é que, após semanas a procurar o melhor local para efectuar este teste, tendo em conta os motivos acima expostos, e considerando ainda que precisava de "algo" que pudesse focar e ter como ponto de referência central para as imagens entre 1 a 2 Km de distância, acabei por fazer este teste de casa! Por um lado até foi bem mais cómodo do que ter de me deslocar com uma panóplia de objectivas até um qualquer lugar!Para cada uma das distâncias focais, relatadas neste teste, foram usadas as objectivas que abaixo descrevo aproveitando, também, para fazer corresponder a cada uma dessas distâncias o respectivo ângulo óptico. Cabe aqui dizer que as várias imagens foram captadas trocando-se de objectivas/teleconversores mas mantendo a mesma distância ao objecto central. Para tal foi usado um tripé que se manteve exactamente no mesmo sítio durante todo o teste.
Distância focal (FX / DX):...Ângulo óptico (FX):...............Objectiva usada:
..........14mm / 21mm.......................114º..........................Nikkor 14-24mm f/2.8 G ED AF-S
..........20mm / 30mm....................... 94º......................................................
..........24mm / 36mm........................84º......................................................
..........28mm / 42mm........................74º..........................Nikkor 28-70mm f/2.8 ED-IF AF-S
..........35mm / 52.5mm.....................62º......................................................
..........50mm / 75mm.......................46º......................................................
..........70mm / 105mm.....................34º 20’.................................................
........105mm / 157,5mm...................23º 20’.....................Nikkor 80-400mm f/4.5-5.6 VR ED AF-D
........200mm / 300mm.....................12º 20’.................................................
........300mm / 450mm......................8º 10’..................................................
........400mm / 600mm......................6º 10’..................................................
........600mm / 900mm......................4º 10’.......................Nikkor 300mm f/2.8 ED-IF AI-S + TC 300
........800mm / 1200mm................................................ Nikkor 80-400mm f/4.5-5.6 VR ED AF-D + TC 200
......1200mm / 1800mm.................................................Nikkor 300mm f/2.8 ED-IF AI-S + TC 300 + TC 200



Ao lado, para melhor compreensão, deixo uma imagem gráfica que ilustra de maneira bem clara a redução de ângulo óptico à medida que se aumenta a distância focal. Desde os 114º da grande-angular (14mm) aos, apenas, duma tele (1200mm).


Facilmente se verifica que as teleobjectivas têm um ângulo de visão muito mais fechado que as objectivas normais ou grande-angulares que, pelo contrário, são aquelas que “captam” uma área mais abrangente de espaço. Como consequência as teleobjectivas transmitem a sensação de aproximação do objecto fotografado enquanto que com as grande-angulares transmitem precisamente a sensação contrária, ou seja, de afastamento do objecto.

A distância focal mencionada é a que é indicada nas próprias objectivas, sendo que no caso concreto, dado o factor de ampliação motivado pelo tamanho do sensor da máquina usada, uma Nikon D200 (DX), temos que, para fazer a equivalência a filme de 35mm multiplicar pelo factor 1,5 — ( 14mm = 21mm; 28mm = 42mm; 50mm = 75mm ..... 1200mm = 1800mm).

A abertura (f/stop) usada nas várias objectivas deste teste foi sempre de f/11 porquanto o mesmo não visa uma comparação de definição, desfoque… ou outra qualquer, mas tão só a comparação das distâncias focais referidas e respectivo ângulo óptico de cada delas (em DX).

Por fim resta dizer que o objecto central das fotografias (pequeno aglomerado formado pelas 6 habitações que se encontram sempre na parte central de todas as fotografias) dista precisamente a 1,5 Km (medidos em linha recta, via GPS) do local de onde foi efectuado este teste.

Ps: Agradecimentos ao amigo Rui Pinto pela cedência da Nikkor 14-24mm f/2.8 G ED AF-S

Testando mais uma Nikkor...



























...Nikon D200 + Nikkor 14-24mm f/2.8 G ED AF-S


Hoje, foi dia de testes…
Já há muito que andava curioso para testar esta grande-angular que conquistou o prémio “TIPA” (Technical Image Press Association).
No ano de 2008, trinta das mais reputadas revistas de fotografia, de 13 países Europeus, elegeram a Nikon Nikkor 14-24mm G ED AF-S como melhor objectiva profissional do ano.
Dos primeiros e rápidos testes que fiz, após me ter sido “emprestada” uma, parece-me que o título é merecido não obstante o facto de ser uma objectiva muito específica. Todavia, há um ou outro pormenor… mas a opinião sobre isso fica para uma próxima oportunidade, após ter feito mais alguns testes!
Adiante...
Contrariando a tendência de chuva, que se instalou nos últimos dias, hoje o sol brilhou e esteve um verdadeiro dia de primavera! Assim, nada melhor que “sair para o campo” à cata daquilo que ela nos traz de mais colorido. As Flores!
Esta é uma das aplicações possíveis desta objectiva conseguindo-se imagens com algum impacto, motivado pelo ângulo de imagem que consegue captar e também, claro, pela alteração que provoca nas proporções dos objectos fotografados.

Fotografias (do topo esquerdo para a direita):
Nikon D200 + Nikkor 14-24mm G ED AF-S @ 14mm (21mm DX) – f/20; 1/30 seg.; ISO 100
Nikon D200 + Nikkor 14-24mm G ED AF-S @ 24mm (36mm DX) – f/22; 1/30 seg.; ISO 100
Nikon D200 + Nikkor 14-24mm G ED AF-S @ 24mm (36mm DX) – f/3.5; 1/125 seg.; ISO 100
Nikon D200 + Nikkor 14-24mm G ED AF-S @ 24mm (36mm DX) – f/8; 1/160 seg.; ISO 100
(Todas as fotografias foram captadas em modo manual de exposição, medição matricial de luz e sem qualquer compensação de exposição)

Actualizado em 23/05/2009: Teste completo publicado.