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Nova página dedicada às "Espécies" no site Aves de Portugal


Aves de Portugal


Ano novo... vida nova!
Neste ano que se aproxima a novidade serão as novas páginas destinadas à divulgação das várias espécies de aves que ocorrem em Portugal. Com um refrescado "template" as páginas não terão mais que a fotografia de cada uma das espécies que vou fotografando (algumas são meros registos que coloco para ilustrar a espécie até uma melhor oportunidade...), o nome como a respectiva ave é conhecida no nosso País, bem assim, como o nome cientifico e apenas mais alguns dados como o Exif e o local onde foi efectuada.
Existe ainda um pequeno campo, destinado a comentários (que serão bem vindos...).
A procura de fotografias das variadas espécies será feita pelos nomes das mesmas através da lista existente na parte inferior da página.
Enfim, para aqueles que já conhecem e visitaram o site "Aves de Portugal" não haverá muitas novidades (apenas algumas fotos de Nov/Dez de 2009) que podem, rapidamente, ser visualizadas no campo "Recentes".
Quanto aqueles que ainda não o conhecem, aproveito a altura para fazer a divulgação do mesmo e... espero que gostem! Para isso, cliquem na imagem ou aqui.
Foi também adicionado um "Link" de acesso directo às aludidas páginas na barra lateral deste Blogue para facilitar o acesso às mesmas.

Por último, uma vez que esta será a derradeira mensagem do ano, não poderia deixar de agradecer a todos aqueles que semanalmente têm visitado e apoiado este Blogue.
Um bem-haja a todos e votos de um grande 2010!

José Loureiro

Testes a objectivas Nikon Nikkor 50mm (1.4 AI vs 1.8 Series E vs 24-70mm 2.8 AF-S @ 50mm)



Testes à qualidade óptica das objectivas…
Este é um tema sobre o qual tenho uma opinião muito pessoal. Isto é, sou apologista do velho ditado que diz “ver para querer”. Neste caso, leia-se, testarmos nós próprios!

De facto, sou sempre um pouco céptico quando leio uma opinião acerca dalguma objectiva. Também, por isso, não é muito usual publicar a forma, os testes que faço, e como chego aos resultados finais que me permitem dizer, por exemplo que a objectiva “A” tem mais recorte que a objectiva “B” ou ainda que a objectiva “C” tem mais recorte com a abertura de f/8 do que a f/5.6….
Bom, o motivo é, de certa maneira, óbvio. Ou acreditamos na seriedade do que estamos a “ler” ou, se acreditarmos unicamente naquilo que os nossos olhos estão a ver, designadamente através das imagens que vemos via Internet nos nossos computadores, corremos o risco de estar a ser enganados! Não estou a querer dizer com isto que seja usual haver testes que propositadamente se destinem a enganar o leitor mas somente serve para justificar o porquê de, pessoalmente, os não publicar. Vou dar um exemplo: se pretender, por qualquer razão, provar que a objectiva “A” tem melhor qualidade que a “B”, e se na realidade isso não corresponder à verdade, não bastaria trocar as imagens de teste ou manipular as imagens de maneira a obter os resultados que queremos…? Já não falo sequer no caso da subjectividade inerente de, dentro duma determinada marca e mesmo modelo de objectiva, a qualidade poder variar de caso para caso.

Por isso é que as opiniões, nomeadamente pelo cunho pessoal que as caracteriza, devem ser sempre tidas com alguma reserva.
Por outro lado, quando chegamos ao ponto de ter várias pessoas que lêem os nossos artigos e acham as nossas opiniões válidas acho que devemos “mostrar” um pouco como é que fazemos para chegar a tais opiniões/conclusões.

Um dos métodos de apurar a qualidade óptica das objectivas, no que concerne a definição/recorte; coloração; aberrações… é através dos testes gráficos/objectos.

Pois bem! Hoje publico um teste que efectuei com 3 objectivas Nikkor. Duas delas, foram as manuais Nikkor 50mm f/1.4 AI e a versão “económica” da versão f/1.8 Ai-s, ou seja, a Nikkor 50mm f/1.8 Series E. A terceira, e era quanto a esta que queria obter respostas, é um modelo actualmente em venda – a premiada objectiva zoom de carácter “profissional” da Nikon: a Nikkor 24-70mm f/2.8 G IF-ED AF-S.

Claro que estes testes (gráficos), por si só, não bastam para formar uma opinião. Tão importantes como aquilo que conseguimos apurar com eles são, também, os testes no terreno. A cor; os reflexos (flare); as aberrações cromáticas; a agradabilidade da imagem “fora de foco” (bokeh), entre outros importantes aspectos como a robustez, a facilidade de uso, etc. são aspectos que se revelam durante a utilização no terreno!
Adiante… penso que os resultados que obtive e que são demonstrados nas imagens seguintes são esclarecedores!
Uma das grandes dúvidas que tinha dissipou-se! Afinal a Nikkor 24-70mm conseguiu superar os resultados da “velhinha” Nikkor 50mm f/1.4 AI que sempre usei como elemento comparativo e de referência quanto à resolução da imagem!
À partida, esse comparativo, tinha razão de ser e a supremacia óbvia da zoom 24-70mm (uma objectiva que recorre às últimas inovações e tem mais de 20 anos de avanço tecnológico sobre a construção da Nikkor 50mm 1.4 AI) não ia ser "favas contadas", pois a sua antecessora, a Nikkor 28-70mm f/2.8, de que eu gostava bastante, não o conseguiu por inteiro!

Depois, continuando ainda em termos de comparação, pois é sempre desta maneira que vou formando e emitindo opiniões, a económica Nikkor 50mm 1.8 series E revela-se uma discreta objectiva com uma boa relação preço/qualidade. De facto tal como há tempos já tinha referido, é melhor na sua abertura máxima (f/1.8) do que a mais cara Nikkor 50mm 1.4 AI também na sua abertura máxima (f/1.4). Aliás, é bem visível e fica demonstrado o que em tempos referi em relação à enorme aberração cromática e falta de qualidade óptica da 50mm f/1.4 AI quando utilizada em f/1.4! Outro aspecto curioso que é facilmente visível é a coloração diferente (mais neutra pese embora a tendência para um certo aquecimento da cor) da 50mm 1.8 series E em relação às outras duas que transmitem cores mais profundas e intensas.

 
Já agora, resta dizer que estes testes são efectuados sempre em tripé (actualmente um Manfrotto 055XPOB + 468MGRC2) utilizando um cabo disparador, espelho levantado (esperando cerca de 8/10 seg, depois de levantado até fazer a captura) …

Os testes foram efectuados a partir de fotografias de formato NEF (RAW) a ISO 100 com uma Nikon D200 e posteriormente convertidas para 8 bits – JPEG em Photoshop CS4 sem mais quaisquer pós-produção. Pese embora não ser esta a sensibilidade (ISO 100) em que a Nikon D200 atinge a sua maior gama dinâmica, para os testes de recorte/definição este facto não é, na minha opinião, relevante.

Importante sim, é avaliar acerca da diferença de resolução existente, em cada uma das objectivas, do seu centro (onde todas as objectivas obtêm melhores resultados) em relação aos cantos.

Os gráficos e objectos que fazem parte deste teste são os constantes da imagem (maqueta com 75x53cm) que é focada de maneira a preencher o visor/sensor. Isto serve para que tirem conclusões acerca da dimensão dos “crop’s” (cortes) a 100% que são feitos à imagem (pequenos quadrados de cerca de 270 x 270px numa imagem original, neste caso, de 3872 x 2592px)!

Mas chega de texto! Vamos às imagens que penso serem elucidativas e permitirão que cada um, de maneira simples e intuitiva, faça a correcta leitura!

 

HDR


Nikon D200 + Nikkor 24-70mmf/2.8 G ED-IF AF-S
Composição HDR de 7 fotografias [-3 Ev; -2 Ev;-1 Ev; 0 Ev; + 1Ev; + 2 Ev; + 3 EV] em CS4

HDR… o que é? Como se faz?

High Dinamic Range é o que significam as siglas mas, concretamente, em que se traduz isso?

Bom, muito resumidamente, HDR é um método usado no meio fotográfico para se obter uma maior gama dinâmica de cores e luz. Isto é, já todos nos deparamos com situações fotográficas em que as diferenças de tons e luz existentes são de vários Ev’s. Pois é precisamente para “compensar” estas diferenças de luz (que a película e o sensor não são capazes de resolver) que se recorre ao HDR.A gama dinâmica (amplitude de luminosidade correcta) que uma DSLR consegue captar é muito inferior ao que os nossos olhos vêem e, por isso, é tão complicado, por exemplo, obter exposições correctas em situações de sombra/luz. Se regularmos a exposição para não termos ruído nas sombras vamos “estourar” os brancos nas altas luzes. Se por outro lado regularmos a exposição de maneira a obter uma correcta exposição nas altas luzes ficamos com falta de informação e ruído na zona de sombras. Como resolver este problema? Naturalmente recorrendo ao HDR que “amplia” a gama dinâmica em relação ao que uma só exposição consegue!

Dito, sumariamente, o que é, falta agora dizer como se faz!

No fundo, o processo consiste na captura de várias fotografias (em formato RAW), com diferentes valores de exposição, e posterior processamento das mesmas num programa de edição específico. Os mais vulgares são o Photoshop e o Photomatix Pro.

Regra geral são aconselhadas pelo menos 3 exposições. Uma será aquela que é indicada pelo fotómetro da câmara como “ideal” para a situação. Depois, podemos começar por captar mais duas devendo uma ser subexposta e outra sobreexposta em 1 ou mais Ev’s ou, caso a diferença de luz não seja muito grande, uma fracção desse valor. Pelo contrário, e para obter maior precisão de cores e tons, podemos captar 5, 6, 7… ou mais fotos do mesmo motivo variando a exposição em cada uma delas (o único inconveniente será o tempo que depois o CS2, CS3 ou CS4 demorarão a compor a imagem final!).

Como proceder para fazer uma fotografia em HDR:
  • Primeiro devemos começar por escolher o motivo. Quer as cenas nocturnas, quer as paisagens são bons motivos.
  • Como as exposições (sobre-expostas) são um pouco mais longas devem ser evitados (a menos que propositadamente o queiramos) elementos que se movam pois vão ficar “arrastados”.
  • Se a câmara dispuser de modo de exposições por “Bracketing” esta é uma boa altura para lhe dar uso (após previamente definirmos o número de fotos e de variação de exposição entre elas que pretendemos. O mínimo será 3 fotos em variação de sub-exposição/sobre-exposição de 1 EV.)
  • Colocar a câmara num tripé (que seja efectivamente estável) e usar um cabo disparador.
  • Não alterar quaisquer parâmetros na câmara entre as diferentes exposições tais como distância focal, objectiva, abertura seleccionada, focagem (o melhor mesmo é após focar para a primeira foto desactivar a focagem AF), etc. Pessoalmente uso o método de exposição com prioridade à abertura (A) e deixo o resto por conta do fotómetro da câmara que, ao compensarmos em -/+ Ev’s adequa a mesma à velocidade correcta!
Depois disto tudo, quem pensar que descarrega as fotos para o computador abre o CS ou o Photomatix e automaticamente obtém o produto final… desengane-se!

A única coisa que estes programas vão fazer é juntar as várias fotos (a 32bits). Depois disso existe todo o trabalho de acerto de níveis, etc.. até se conseguir o resultado final (oportunamente, noutro artigo, explicarei esse processo).

Por falar nisso, esse resultado final pode ser algo parecido com a fotografia do topo (pouco realista) ou mais tradicional como é o caso da imagem nocturna abaixo em que se conseguiu uma exposição homogénea sem que ficassem “estouradas” as altas luzes (iluminação da Igreja) nem que houvesse ruído e falta de detalhe nas zonas mais escuras. Todavia, devemos estar conscientes que para se conseguir uma imagem com aspecto final agradável e realista o necessitamos de algum “trabalho” e experiência em pós-produção.

Nikon D200 + Nikkor 24-70mmf/2.8 G ED-IF AF-S
Composição HDR de 7 fotografias [-3 Ev; -2 Ev;-1 Ev; 0 Ev; + 1Ev; + 2 Ev; + 3 EV] em CS3

Para dar uma ideia da amplitude de valores de exposição (gama dinâmica) existente entre as 7 fotografias que foram necessárias para obter a imagem acima cá ficam elas:
(Reparem na variação de informação e detalhes, ou melhor, na falta deles, entre uma foto com -3 Ev’s e outra de + 3Ev’s!)

 
Imagens seguintes:
Do lado esquerdo - fotos de referência sem compensação de exposição (0 Ev) conforme a leitura indicada pelo fotómetro da câmara. Este é o melhor equilíbrio de luz entre claro/escuro possível com uma só exposição.
Do lado direito - fotos HDR. Conforme se observa, a melhoria da imagem no que concerne ao equilíbrio dinâmico é substancial. Por um lado, as altas luzes desaparecem e distinguem-se pormenores (já é possível visualizar os azulejos e não apenas uma mancha branca). Por outro lado, nas zonas escuras/sombra também se conquistam importantes ganhos em termos dinâmicos. De igual modo, há um incremento no pormenor da imagem e diminuição de ruído!

 
 




Ao lado: Áreas onde foram efectuados os Crop’s a 100% a que se referem as imagens acima.


Em suma, através da aplicação deste método “HDR” conseguimos abranger uma maior gama dinâmica, compensar as variações de valores de exposição existentes entre claro/escuro e realçar os pormenores!

Artigo relacionado: Dicas de Photoshop - Como fazer uma fotografia em HDR?

Teleconversores (Teleconverters/Extenders) – Vantagens / Desvantagens


Nikon TC 200 / TC 300















Os teleconversores (TC’s) são “objectivas” secundárias destinadas a acoplar entre a objectiva primária e o corpo da câmara sendo um método, mais ou menos, económico de aumentar a distância focal de uma determinada objectiva. Digo, mais ou menos, porque os de melhor qualidade óptica podem, inclusivamente, custar mais que algumas objectivas.
Quanto ao aumento que podem proporcionar os mais usuais são de 1,4x; 1,7x; 2x. Querem estes números dizer que quando acoplados a uma objectiva de certa distância focal multiplicam o seu valor, ou melhor, a sua distância focal por 1,4x, 1,7x, etc. Uma objectiva com um TC 1.4x passa a ter 40% mais da sua distância focal original e um TC de 2x dará a qualquer objectiva que lhe acoplarmos 100% de aumento do seu valor!

Claro que isto é de extrema utilidade e, à partida, poderia parecer uma solução mágica para, com um TC 2x ”tornar” uma objectiva de 300mm numa 600mm!

Bom, na realidade até o conseguimos, mas falta saber com que prejuízo. Ou seja, nem tudo são vantagens. Ao duplicar a distância focal duma objectiva através da montagem dum teleconversor (2x) diminuímos a quantidade de luz que passa pelas ópticas até chegar ao sensor (ou filme) em 2 f/stops. No caso de um TC 1,4x a diminuição é de unicamente 1 f/stop e no caso de um TC de 1,7x é de 1,5 f/stop. Por isso, quanto maior for o factor de multiplicação menos luz passará e, consequentemente, menor velocidade de obturação podemos esperar. Por exemplo, no caso de um Teleconversor de 2x ser aplicado numa objectiva 300mm f/2.8 a mesma passará a ser efectivamente uma 600mm mas como abertura máxima passaremos a ter o valor de f/5.6, mantendo-se a mesma distância mínima de foco.

Passando aos prós e contras:
Uso de Teleconversores
A favor:
Contra:
Aumento de distância focal
X

Luminosidade

X
Velocidade de obturação

X
Custo
X

Peso
X

Distância mínima de foco
X

Velocidade de aquisição de foco

X
Eventual perda de certas funções (AF, VR,…)

X
Qualidade de imagem

X


Convém ter ainda em conta que os TC’s, regra geral, não podem ser indiscriminadamente montados em quaisquer objectivas. Alguns, independentemente de serem da mesma marca da objectiva “primária” são específicos para determinadas objectivas não podendo ser acoplados a outras.
É o caso, por exemplo do TC 300 (lado direito da imagem do topo) que face à proeminência das lentes do lado da montagem com a objectiva primária pode danificar a mesma e o próprio TC. Ou seja, é um TC específico para objectivas Nikkor de distância focal de 300mm ou superior como o caso da Nikkor 300mm f/2.8 AI-S; 400mm f/2.8 AI-S e 500mm f/4 AI-P.

Ao lado uma Nikkor 300mm f/2.8 AI-S com 2 TC’s Nikon acoplados (os da imagem do topo)
Curiosamente os TC’s da Nikon quando acoplados a objectivas da mesma marca, salvo algumas excepções no que concerne a objectivas com motorização interna (AF-S e AF-I), limitam as suas funções.

Por exemplo uma Nikkor 400mm f/2.8G ED VR funcionará mantendo a sua motorização (AF) com os TC’s TC-20E II e TC-14E II. Por outro lado, podem ainda ser montados os TC’s 14B ou até o TC 200 mas, neste caso, já se perde a funcionalidade de Auto-foco e redução de vibrações.

Quanto às objectivas Nikkor sem motorização própria a coisa é um pouco pior… De facto, além daqueles que, oficialmente, a Nikon aconselha para serem usados com cada modelo especifico de objectiva existem outros que também o podem ser mas perdem-se em ambos os casos funcionalidades tais como sistemas de redução de vibrações (VR) e Auto-focus (AF). Estou a lembrar-me da Nikkor 80-400mm f/4-5.6 VR ED cuja focagem (AF) é efectuada através do motor da própria câmara e não através de motorização existente na objectiva. Neste caso o TC compatível é o TC 14A, que não tem contactos eléctricos, perdendo-se, por isso, quer o AF quer o sistema VR. Também, os TC 200/201 podem ser usados nesta objectiva com a igual e consequente perda dos sistemas já referidos.

Mas, se quisermos um Teleconversor que funcione com a Nikkor 80-400mm e que mantenha ambas as funcionalidades acima referidas teremos que recorrer a um TC duma outra marca: O Kenko Pro 300 1.4x TC! Embora a focagem se torne um pouco mais lenta (do que já o é, mesmo sem o TC!) e a aquisição de foco seja um pouco mais imprecisa, funciona! Graças à existência de contactos eléctricos (CPU) a informação entre a câmara e a objectiva primária tornam-se possíveis.

Claro que também é possível adicionar mais que um teleconversor a uma objectiva mas teremos que continuar a contabilizar a enorme perda de luz e de velocidade. Além destes dois GRANDES inconvenientes passa a existir um outro: A dificuldade de focagem! De qualquer modo isso não é impossível e em certos casos permitirá obter interessantes imagens como a fotografia da lua (sem crop’s) que em tempos publiquei neste blogue.

Outra interessante e possível aplicação dos TC’s pelo incremento de ampliação que permitem é na Macrofotografia. Entre outros métodos, esta é uma das hipóteses mais económica de conseguir uma maior ampliação da imagem sem aumentar a distância mínima de focagem em relação ao objecto a fotografar!


Os teleconversores Nikon (última actualização - 2014/06/15):


MODELO
FACTOR DE AMPLIAÇÃO / TIPO
REDUÇÃO DE LUZ
FOCO
TC-1
2X - p/objectivas não-AI até 200mm
2 f/stop
MF
TC-2
2X – p/objectivas não-AI 300mm ou superiores
2 f/stop
MF
TC-14
1.4X – p/objectivas AI 300mm ou superiores
1 f/stop
MF
TC-14A
1.4X – p/objectivas AI-S até 200mm
1 f/stop
MF
TC-14B
1.4X – p/objectivas AI-S 300mm ou superiores
1 f/stop
MF
TC-14E
1.4X – p/objectivas AF 300mm ou superiores
1 f/stop
AF-I/AF-S
TC-800
1.25X – p/utilização exclusiva com a objectiva  
            800mm f/5.6E FL ED VR (mantém o
            sistema VR)
1 f/stop
AF-S
TC-14E II
1.4X – p/objectivas desde os 70mm até 600mm
            (mantém o sistema VR)
1 f/stop
AF-I/AF-S
TC-14E III
1.4X – p/objectivas desde os 70mm até 600mm
            (mantém o sistema VR)
1 f/stop
AF-I/AF-S
TC-16
1.6X – p/objectivas 80-200mm com F3AF
1,3 f/stop
AF
TC-16A
1.6X – p/objectivas 80-200mm com F501; 801;
            F4 e F90 (O TC-16A não permite a  
            conexão a outro TC)
1,3 f/stop
AF
TC-17E II
1.7X – p/objectivas desde os 70mm até 600mm
            (só mantém o AF em objectivas de
            abertura Máx. de f/2.8)
1,5 f/stop
AF-I/AF-S
TC-20E
2.0X – p/objectivas AF 300mm ou superiores
2 f/stop
AF-I/AF-S
TC-20E II
2.0X – p/objectivas desde os 70mm até 600mm
           (só mantém o AF em objectivas de
           abertura Máx. de f/2.8)
2 f/stop
AF-I/AF-S
TC-20E III
2.0X – p/objectivas desde os 70mm até 800mm
            (só mantém o AF em objectivas de
            abertura Máx. de f/2.8)
2 f/stop
AF-I/AF-S
TC-200
2.0X – p/objectivas AI até 200mm
2 f/stop
MF
TC-201
2.0X – p/objectivas AI-S até 200mm
2 f/stop
MF
TC-300
2.0X – p/objectivas AI 300mm ou superiores
2 f/stop
MF
TC-301
2.0X – p/objectivas AI-S 300mm ou superiores
2 f/stop
MF

A verde:
os modelos actualmente produzidos/em venda
A bege: Os modelos capazes de manter o sistema AF (AF ou AF-I/AF-S – dependendo das objectivas e das câmaras)

Atenção:
A tabela que antecede é meramente indicativa e genérica. Antes de acoplar qualquer teleconversor a uma objectiva deve ser verificada a sua compatibilidade no caso específico de acordo com o respectivo manual de utilizador! Claro que há combinações TC’s/Objectivas que, oficialmente, não são reconhecidos pela Nikon como possíveis e funcionam mas, caso não tenha a certeza, o melhor mesmo é tentar verificar antes pois, caso sejam montados indevidamente, pode haver estragos!

Aspectos a ter em conta quando usamos um Teleconversor:
  • Devem ser montados em objectivas luminosas e com boa qualidade óptica. Caso contrário, quer em utilização, quer os resultados obtidos, não serão satisfatórios
  • Uma vez que aumentamos a distância focal da objectiva “primária” o uso do tripé torna-se aconselhável
  • A fim de conseguir compensar um pouco a menor luminosidade e a consequente perda de velocidade de obturação deve explorar-se um pouco a possibilidade de trabalhar com valores ISO mais elevados
  • A fim de conseguir compensar um pouco a diminuição do contraste, aberrações cromáticas ou reflexos das fotografias é aconselhável o tratamento das mesmas, caso seja necessário, em pós-produção
Para ter uma ideia das diferenças do aumento proporcionado pela adição de Teleconversores a várias objectivas veja este teste:
Para saber como configurar câmaras Nikon (D200, D2 e posteriores) para trabalhar com objectivas e teleconversores sem CPU veja: