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Tamron 90mm VC USD Macro | "no terreno"


Pararge aegeria (Borboleta malhadinha)
Nikon D300 + Tamron 90mm f/2.8 USD VC Macro + Nikon SB900 (c/Softbox)
1/60 seg., f/10, ISO 400


Aproveitando o tempo ameno destes primeiros dias de Outono lá fiz uma pequena incursão pelos campos próximos em busca de pequenos motivos fotográficos. 
Confesso que, nesse dia, além de não estar muito "inspirado" não estava também dotado da necessária paciência que este tipo de fotografia exige. Por outro lado, faltou um ajudante de campo, sempre útil quando fotografámos com Flashs externos ou difusores... 
Por isso, "disparei" para o que "apareceu" apenas para experimentar equipamento e posteriormente analisar algumas fotografias.   





Portanto, não servindo de exemplo, nem fazendo "jus" às capacidades da nova objectiva Macro que há dias recebi, aproveito para publicar algumas das primeiras imagens captadas com a Tamron 90mm Macro.
No entanto, esta saída de campo não foi tempo desperdiçado. As fotos servem simultâneamente para ilustrar uma aspecto de extrema importância quando "fazemos" Macrofotografia.
Contrariamente ao que muitos pensarão, na fotografia de natureza selvagem, nomeadamente em Macrofotografia, conseguem-se melhores resultados em dias nublados com recurso a iluminação artificial (Flash) que debaixo de intensa luz solar directa. 
A explicação para esse facto é simples: Difusão de luz! Com dias encobertos/nublados evitam-se os reflexos que uma iluminação solar directa provoca. Todas os motivos expostos ao sol emitem reflexos. Flores, folhas, insectos, etc, independentemente das suas texturas e superfícies mais ou menos lisas ou lustrosas não escapam à regra. Portanto, em dias encobertos a luz diurna espalha-se pelo que estamos a fotografar de maneira homogénea evitando-se, assim, as sombras duras e os reflexos. Depois, para complementar a pouca iluminação típica destes dias e necessária para conseguir mais alguma velocidade de obturação, utiliza-se o Flash *.
Todavia, se o utilizarmos de forma directa corremos o risco de, tal como acontece com o sol, introduzir reflexos. Solução: uma pequena Softbox aplicada no Flash permite emitir um clarão suave e difuso. Foi assim que foi usado o Flash na foto do topo onde não existem quaisquer sombras e na qual o motivo está homogeneamente iluminado.
Com uma velocidade de sincronização de Flash de 1/60 seg., a velocidade de obturação foi suficiente para obter uma imagem nítida. Claro que o sistema de controle de vibrações da Tamron (VC) estava activo e também ajudou!  

*Dica: 
Outra das peculiares características da utilização do Flash em Macrofotografia (para que fotografa em JPG) reside no automático equilíbrio de brancos para a temperatura de luz de Flash (5500/5600º K). Dessa forma, mesmo aqueles que utilizam o equilíbrio de brancos no modo "Auto" verão as suas fotografias ganharem vida e cor!

Contudo, como acima referi, o emprego do Flash em Macrofotografia implica alguns cuidados... Dependendo do motivo, do efeito pretendido, do modo de medição de luz que estamos a usar e da iluminação natural deve saber-se dosear a potência e a difusão do clarão.
Em baixo: foto de exemplo duma má iluminação!




Por erro meu, esqueci de alterar e adaptar às condições de luz (com sol a iluminar directamente o motivo) a regulação da potência do clarão. Nas anteriores fotos tinha regulada a potência do clarão para uma compensação de +1,7 Ev... O que motivou uma série de altas luzes ou "brancos estourados" bem visíveis na foto!
E esqueçam a posterior edição de imagem para corrigir este tipo de más capturas... "Brancos estourados" não são recuperáveis mesmo fotografando em RAW!

Nesta situação, o Flash apenas deveria servir como flash de enchimento... ou seja, deveria apenas complementar a iluminação nas zonas de sombra do motivo (caso as houvesse...) e não introduzir mais luz... mas pronto, fica de exemplo do que "não fazer"!




Por último, em baixo, foto duma singela bolota, motivo bem Outonal, captada com a Tamron 90mm VC USD em que, para manter alguma cor de fundo, foi reduzida a potência do clarão do Flash e compensada a regulação de exposição da câmara em 0,3 Ev.


Nikon D300 + Tamron 90mm f/2.8 USD VC Macro + Nikon SB900 (c/Softbox)
1/100 seg., f/10 (+ 0,3 EV), ISO 400

OBS: Todas as fotografias foram captadas "a punho" sem recurso a qualquer suporte ou sistema de estabilização. Apenas foi utilizado o sistema de redução de vibrações (VC) da própria objectiva.  

Tamron SP 150-600mm VC USD | Pormenores de utilização "no terreno"

ROLA-TURCA (STREPTOPELIA DECAOCTO)
Nikon D300 + Tamron 150-600mm VC: 600mm, 1/320 seg., f/8, ISO 400


Há poucos dias recebi, por parte da Robisa (distribuidor da marca Tamron para Portugal), duas novas objectivas para utilização pessoal e testes. Uma Tamron 90mm Macro e uma ultra teleobjectiva 150-600mm. 
Destinando-se a fotografia de diferentes temas têm, todavia, algo em comum: São duas boas escolhas para quem. como eu, se dedique e goste de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem.



A Tamron 90mm é uma objectiva Macro e, como tal, é a escolha ideal para aqueles que gostam de fotografar insectos, flores e explorar os pormenores da "natureza minúscula" que nos rodeia.
Por sua vez, a Tamron 150-600mm encontra-se precisamente no campo oposto. É uma excelente escolha para quem se interesse por vida selvagem, em particular a avifauna e fotografia de pequenos mamíferos.
Bom, lá diz o ditado "não há fome que não dê em fartura" e neste momento isso aplica-se ao caso... desde o verão que não tenho "testado" nada... Mas, em contrapartida, existem várias objectivas e equipamento há espera de tempo e disponibilidade para serem testados este Outono/Inverno!
Em relação à Tamon 150-600mm trata-se duma teleobjectiva que já utilizei em diversas situações (como diferentes câmaras - versão Nikon e Canon) e sobre a qual vou formando opinião. Mesmo que seja casualmente, como foi o caso, uma pequena saída para fotografar pelas redondezas permite acumular informação sobre um determinado equipamento.



Hoje não vou "falar" acerca da qualidade óptica ou da qualidade de contrução mas sim de "pormenores"... Por exemplo, a saída na qual captei a fotografia acima serviu para "descobrir" que o colar de tripé da 150-600mm além de funcional e eficaz para manter equilibrada e estável a objectiva quando montada num tripé ou monopé (essa é a sua função principal) também é extremamente útil para o tranporte da mesma dada a sua construção ergonómica. Pode parecer um "pormenor" mas, para quem se tiver de deslocar pelo campo a fotografar, os cerca de 2 kg de peso da objectiva, após uns minutos, parecem ser uns 5 ou 6 Kg...! Nessa altura, precisámos que o suporte por onde segurámos a mesma seja prático e confortável. O da Tamrom 150-600mm é! Lembrei-me de saídas idênticas em que carregava apenas uma teleobjectiva montada na câmara (concretamente a Nikkor 80-400mm, uma objectiva bem mais leve...) e em que passado algum tempo sentia dificuldade em segurar o equipamento. A base do colar de tripé da Tamron tem delineadas umas cavidades que se adaptam perfeitamente aos dedos e que permitem, dessa forma, o seu transporte de maneira confortável segurando a objectiva de forma invertida. É um "pormenor" aparentemente pouco relevante mas a que aprendemos a dar o devido valor quando em utilização "no terreno"!  
Quanto à Tamron 90mm, caso o tempo permita, espero conseguir captar umas Macrofotografias durante este fim de semana...


Até lá, cá fica em baixo mais uma foto captada com a Tamron 150-600mm (editada c/crop de mais de 50%)

ROLA-TURCA (STREPTOPELIA DECAOCTO)
Nikon D300 + Tamron 150-600mm VC: 600mm, 1/400 seg., f/8, ISO 400

Um milhão de visualizações!!!



Hoje o Blog atingiu o fantástico número de 1.000.000 visualizações!
Como tal, não posso deixar passar este dia sem agradecer aos leitores ocasionais bem como aos inúmeros fieis seguidores do Blog que contribuíram para este número.
Um agradecimento especial, também, para todas as entidades e marcas que apoiaram ou patrocinaram o site dalguma forma.

Portanto, sem mais, o meu muito obrigado a TODOS!!!!

De regresso aos testes! | Nikon TC-16A



Já há algum tempo que não tenho tido disponibilidade para testar equipamentos. Esse é o motivo porque ultimamente não tem, também, havido artigos novos no Blog. De igual modo, pelo mesmo motivo, tenho inúmeras questões por responder a leitores... Não estão esquecidas as respostas às perguntas mas estou a começar pelas mais antigas....! Adiante... 
No passado fim de semana, apesar das condições meteorológicas, com tempo incerto, lá consegui experimentar (ainda que muito superficialmente) um peculiar Teleconversor da Nikon: O Nikon TC-16A.

A particularidade deste TC-16A reside na sua capacidade de transformar objectivas de focagem manual em objectivas de focagem automática.... ou quase. Na verdade, consegue focar automaticamente desde que exista uma prévia "pré-focagem" manual. No entanto, estes TC's 16A foram concebidos para serem utilizados com as primeiras câmaras de focagem automática da Nikon num período em que se fazia a transição das objectivas de focagem exclusivamente manual para as primeiras objectivas designadas "AF". Como tal, claro está, que apesar de possuírem contactos eléctricos não funcionam com as actuais câmaras digitais... a não ser que sejam modificados para tal! Pois este TC-16A que hoje testei é precisamente um desses casos!

No caso concreto, este teleconversor foi-me gentilmente oferecido por um fiel leitor do Blog - Manuel Domingues - a quem deixo, desde já, publicamente os meus agradecimentos, tendo sido o próprio que sabiamente o modificou! 
Numa objectiva 300mm f/2.8 com a adição dum destes Tc's de 1,6 vezes de multiplicação conseguimos uns 480mm de distância focal. Por aproximação, podemos dizer que se "fica" com uma 500mm a f/4.5. Nada mal! 

Como primeiras impressões e como sinceramente já contava, nem tudo são "rosas" na utilização deste conjunto. Primeiro, a falta de estabilização salta, desde logo, à vista. Não é fácil conseguir fotografias perfeitamente nítidas sem a utilização dum tripé bem robusto (a utilização de cabo disparador também é bem-vinda...!). 
Depois, outros dois "problemas" são as aberrações cromáticas e a falta de contraste. Para verificarem o que acabo de dizer podem fazer o download da imagem do "poste" abaixo:

Nikon D2x + TC-16A + 300mm 2.8 @ f/4.5 (0,3 Ev), 1/1250 seg., ISO 400
Ficheiro "RAW" convertido para "JPG" sem edição (4288 x 2848 px - 6,67MB)
Para efectuar o download clicar com o botão direito do rato e seleccionar "Guardar imagem como"


Esta imagem não tem qualquer edição - apenas a conversão do ficheiro original RAW para JPG. Foi utilizado um robusto tripé, cabo disparador e a distância ao objecto (poste) é de cerca de 10 metros. 

Apesar de, actualmente, não se justificar por razões de ordem prática e monetária a compra destes equipamentos mais antigos (o seu valor continua a ser elevado...) certo é que quem os tem raramente se "desfaz" deles. A sua utilização continua a fazer "delicias" sob alguns aspectos! Quais? Olhando para a imagem do topo (editada) podem constatar-se dois: A qualidade óptica (exceptuando a questão do contraste  - que é recuperável em posterior edição) é boa. Também podem constatar isso na imagem do "poste"... Reparem no pormenor das letras escritas nos parafusos e nos detalhes da textura da madeira. Portanto, quando acoplado a uma objectiva de boa qualidade óptica os detalhes continuam a ser visíveis com a adição do TC-16A!
Outra característica que continua a fazer valer a pena utilizar este conjunto é o bonito "bokeh"! 

No que diz respeito à "focagem automática" o TC responde de maneira rápida e precisa desde que o motivo esteja devidamente iluminado e o cenário tenha contraste. Em todo o caso, como a focagem é efectuada apenas nos elementos ópticos do pequeno TC, o curso da mesma é muito reduzido pelo que a "ida e volta" dos mesmo em caso de "perda de focagem" é rápida.
Para já relato apenas a experiência deste primeiro (e breve) contacto. Futuramente espero escrever um artigo de opinião mais exaustivo e fundamentado acerca do TC-16A da Nikon!

Tamron 15-30mm f/2.8 - Uma Ultra-grande-angular para o formato FX




A Tamron acaba de anunciar na PHOTOKINA um novo produto: A nova objectiva grande-angular SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD destinada a câmaras com sensor de formato FX !
Certamente, esta será uma das objectivas que irá suscitar muita curiosidade aos possuidores de câmaras FX que necessitem de fotografar interiores, paisagens e tudo o mais em que seja imprescindível a cobertura dum grande ângulo de imagem. 
Especificações e nota e imprensa podem ser vistas aqui (abre em novo Link)