Arte Fotográfica #88



Um novo número da revista Arte Fotográfica acaba de ser lançado.
Cá fica a versão Online para ver/ler durante a semana!

Macrofotografia "no Estúdio"


Há dias publiquei aqui no Blog um artigo sobre Macrofotografia "no terreno".
Esta semana, ficamos com uma diferente abordagem ao mesmo tema: Em Estúdio! Utilizando, exatamente, a mesma câmara e objetiva. O objeto das fotografias é o mesmo (insetos) mas a maneira de efetuar este tipo de registo é diferente...   
Conseguir este tipo de Macrofotografias, em Estúdio, é relativamente simples. Depois de configurada a iluminação e a correta exposição na câmara, posso dizer que, apenas é preciso paciência... 
Estes insetos foram fotografados vivos e, por isso, naturalmente, não sossegam muito tempo no mesmo sítio!
Por várias vezes dei comigo a tentar apanhar os que voam, pelas paredes do Estúdio! No caso da Vespa, quando nã
o descobria rapidamente onde estava,  o maior receio era que voltasse com intenções "vingativas"!* 


Vespula vulgaris (Vespa-comum)
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + Metz Mecastudio TL 300 (x2) + Iluminação Contínua (1 softbox - 2 sombrinhas)
@ 1/80 seg., f/29, ISO 100, Exp. M



A ideia do artigo de hoje era ficarmos apenas com umas fotografias de exemplo para ver... Mas, pronto, como o que custa é começar.... Vamos lá escrever, então, mais um pouco!

Satisfazendo a curiosidade dos mais curiosos (passo o pleonasmo) em saber como "se fazem" este tipo de fotografias, passo a enumerar, adiante, alguns factores importantes a considerar. 
Uma forma de conseguir que os insetos nos dêem algum tempo extra para os fotografar em Estúdio antes de se moverem consiste  em baixar a sua temperatura corporal. Como é sabido, os insetos ficam mais ativos com o calor. Então como é que conseguimos isso? Muito simplesmente colocando-os em pequenos frascos fechados no frigorifico durante cerca de 20 minutos (se for mais tempo, mesmo que algumas horas, podem estar descansados que não morrerão). Isto fará com que a atividade dos pequenos bichos fique, temporariamente (durante uns dois ou três minutos), mais reduzida. Durante esse tempo aproveitamos para fotografar!
Quando se fotografam insectos (e outro temas), em Estúdio, convém, de facto, controlar bem uma série de aspetos. Por exemplo, contrariamente à fotografia "no terreno", em ambiente controlado, por possuirmos melhores condições, temos de ser mais rigorosos com o enquadramento, com a iluminação, com a profundidade de campo... (as imagens apresentadas, captadas com uma relação de reprodução aproximada de 1:1, representam fotos únicas). Apesar do recurso a aberturas de diafragma pequenas (f/22; f/29,...) a profundidade de campo que dispomos é reduzida! Quando se começa a fotografar com relações de reprodução desta ordem ou superior, para compensar a falta de profundidade de campo, teríamos que recorrer à técnica de "juntar" várias fotografias captadas em diferentes planos fazendo depois uma única composição. Essa técnica chama-se "Stack Images" e consiste na junção de 2, 3, 20, 400 (sim, quatrocentas),... ou mais fotos, numa só, em posterior edição!


Graphosoma lineatum (Percevejo-das-riscas)
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + Metz Mecastudio TL 300 (x2) + Iluminação Contínua (1 softbox - 2 sombrinhas)
@ 1/40 seg., f/29, ISO 100, Exp. M



Como devem ter reparado nas legendas das imagens, iluminação é coisa que não falta!
Bom, uma das dificuldades em fotografar este pequenos insetos no seu ambiente natural reside na correta e eficaz iluminação. Mesmo com a utilização de "Softbox's" e de Refletores, em exteriores é, muitas vezes, difícil de conseguir uma iluminação homogénea. Regra geral, o abdómen dos "nossos bichinhos" fica sub-exposto...


???
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + Metz Mecastudio TL 300 (x2) + Iluminação Contínua (1 softbox - 2 sombrinhas)
@ 1/40 seg., f/22, ISO 100, Exp. M



Em Estúdio, utilizando iluminação combinada (strobs e contínua) facilmente eliminamos esse problema. No caso destes exemplos, a iluminação proveio de 5 diferentes direções: diretamente por cima dos insetos (iluminação contínua via Softbox); da parte de trás a 45ª da esquerda e direita (iluminação contínua via sombrinhas) e de frente a 45º via Strobs (utilização de clarões com pouca potência).
Contudo, porque não há bela sem "senão", temos de prestar cuidado ao excesso de iluminação... nomeadamente, aos reflexos e brilhos em demasia que facilmente as carapaças destes insetos provocam. Pessoalmente, acho aceitável algum brilho provocado pela iluminação mas "brancos estourados" ou brilho em demasia estão fora de questão!


Pyrrhocoris apterus
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + Metz Mecastudio TL 300 (x2) + Iluminação Contínua (1 softbox - 2 sombrinhas)
@ 1/40 seg., f/25, ISO 100, Exp. M



Quando fotografo insetos em Estúdio tento incorporar o elemento natural onde é habitual os vermos. Assim, quando procedo à recolha dum inseto tento, sempre que possível, trazer também parte da vegetação (caule, flor, folha...) onde o mesmo se encontre.
Depois, além disso, dependendo do propósito (ou gosto) podemos incluir, como pano de fundo, desde uma tela de cor uniforme a um vaso com plantas o que vai "disfarçar" o ar "artificial" de fotografia de Estúdio e transmitir um ambiente "mais natural" às fotografias. As plantas não precisam de ser colocadas muito afastadas dos insetos (dada a proximidade a que estamos a fotografar - a escassos centímetros da frente da objetiva - mesmo utilizando aberturas de f/22 ou mais, tudo o que esteja a cerca de meio metro de distância ficará desfocado e criará um fundo limpo).
Em alternativa, poderá ser utilizada uma imagem com tons verdes (ou outros) que, desfocados, transmitem igual ideia da fotografia ter sido captada ao "ar livre". 
Como exemplo, nesta última imagem utilizei, como "pano de fundo", uma página de jornal com publicidade a artigos de jardim...   


Sempre que fotografamos Vida Selvagem devemos, previamente, tentar informar-nos acerca daquilo que vamos fotografar pois, quer "no terreno" ou até mesmo "no Estúdio", esses conhecimentos, podem revelar-se úteis. Não só porque nos permitirão, mais facilmente, saber como e quando fotografar determinada espécie mas, também, nalguns casos, estar alerta para eventuais perigos. Por exemplo, em relação aos insetos e outros animais de um modo geral (repteis, anfíbios,...), como curiosidade e alerta, convém saber que a natureza, nomeadamente as criaturas que a habitam, nos avisam para tal situação. Como? Basta estar atento... As cores são o primeiro sinal! 
Amarelo, vermelho e preto, designadamente, combinadas entre si, são as cores de aviso de perigo mais comuns! Assim, combinações de cores como: vermelho e amarelo; vermelho e preto; vermelho, amarelo e preto ou, até, preto e branco, todas significam: Perigo! 
Esta característica dos insetos, entre outros animais, anunciarem, através da cor, a sua perigosidade denomina-se "Aposematismo" e serve para avisar que não são comestíveis ou que são portadores de venenos que podem usar...

Para variar, Fotografia Noturna! O Cais da Ribeira (Porto)


Nikon D800 + Tamron SP 45mm f/1.8 Di VC USD 
@ 15 seg., f/13, ISO 50



Estes últimos tempos tem servido para "matar saudades" e recuperar o gosto pela fotografia dalguns temas que não tenho feito com muita frequência... Um deles? Fotografia Noturna! 
Assim, num dos dias da passada semana, aproveitando os fins de tarde mais amenos que temos tido, decidi fazer um passeio noturno pela cidade do Porto. 

A ideia que me levou a fazer esta "saída" era a de testar a nova Tamron SP 45mm f/1.8 em meio citadino e captar, por isso, umas fotografias nas estreitas ruas da cidade, nomeadamente, nos acessos à zona ribeirinha... Todavia, como mais à frente explicarei, nada disso aconteceu...!
Neste tipo de saídas é sempre bom contar com alguma companhia (por várias razões: segurança, ajuda no transporte do equipamento... Claro que tem de ser pessoa que goste de fotografia e que tenha consciência que este tipo de tema, por vezes, implica bastante dispêndio de tempo). Assim, convidei um amigo para esta sessão noturna.
Chegados à cidade, "descarregamos" o carro e lá partimos nós, a pé, "carregados" com os sacos/mochila contendo as câmaras, as objetivas, os cabos disparadores... e os essenciais tripés na mão. Acabámos por optar pela travessia do tabuleiro superior da Ponte D. Luís I e ir diretos a um excelente "spot" que a cidade oposta à Invicta nos oferece e que permite uma visão soberba sobre o rio Douro e a zona ribeirinha do Porto: A vista a partir do Mosteiro Serra do Pilar (sito na cidade de Vila Nova de Gaia).

Aí chegados, ainda cedo, ou melhor, ainda antes da chamada "Golden hour" (aqueles pequenos minutos que antecedem o pôr do sol e que permitem capturas já com a iluminação artificial noturna mas aproveitando, também, alguma da luz existente para colorir as fotografias) e que esperávamos, nada mais restou que desfrutar a paisagem e ir "dando duas de conversa"! 




Nikon D800 + Tamron SP 45mm f/1.8 Di VC USD 
@ 25 seg., f/13, ISO 100


Durante a espera fomos, também, constatando a quantidade de turistas que visitavam e fotografavam o (e do) local, enquanto ocorria o gradual escurecimento do dia. Em todo o caso, com o céu parcialmente encoberto e a paisagem envolta por alguma neblina, esta não era a melhor altura para a captura de boas fotos diurnas, principalmente, ao "infinito". Esta situação, inevitavelmente, por muito boa que seja a objetiva/câmara com que estamos a fotografar, provoca sempre alguma perda de detalhes do que está mais distante...
Após o pôr do sol, o cenário muda de cores! 
Este segundo exemplo, captado, precisamente, na mesma localização da primeira fotografia que ilustra este artigo, apesar da alteração de sensibilidade ISO, já necessitou de mais tempo de exposição. Obviamente que na primeira também se poderia optar por utilizar o ISO 100 mas, reduzindo a sensibilidade para metade, conseguimos "compensar" a falta da utilização de filtros ND (a intenção reside em prolongar o tempo de exposição de modo a suavizar o movimento da água do rio). 



Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD 
@ 15mm, 15 seg., f/13, ISO 100


Bom, como disse no início, a altura era para fotografar com a "nova" 45mm, uma objetiva talhada para este trabalho face à isenção de distorções de linhas. No entanto, sabendo que tínhamos programado fotografar a zona ribeirinha vista a partir de Gaia, levei também comigo a Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD. Uma objectiva que permite capturas de cenários englobando uma maior porção de cenário. Além disso, também, é excelente na maneira como consegue registar com detalhe os elementos distantes.
É certo que, com este género de objetivas (Ultra-Grande angulares), teremos de contar com a "normal" fuga de linhas para o infinito. Enfim, traz-nos uma perspetiva diferente que, acaba por não ser arquitetonicamente a mais correta mas que compensa com a "quantidade" de cenário e perspetiva global que permitem registar. 
Ambas a objectivas utilizadas para captar as fotos (a Tamron SP 45mm f/1.8 e a Tamron SP 15-30mm f/2.8) são próprias para a utilização com o formato de sensor FX e preparadas, opticamente, para a utilização com câmaras de alta resolução de imagem. No caso, os 36Mp da Nikon D800, permitem ampliações enormes e quer uma, quer a outra, são brilhantes e estão à altura do desafio! Ampliadas para o tamanho real, nas fotografias ficou registado e é possível observar com detalhe todos os pormenores, mesmo os mais distantes!
  



Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD 
@ 24mm, 13 seg., f/9, ISO 100


Caída a noite e registada que estava a paisagem urbana a partir da Serra do Pilar, era altura para pegar "nas trouxas" e seguir ruelas abaixo até ao Cais de Gaia.
Vista daqui, a zona ribeirinha do Porto, ganha uma nova perspetiva. Deixamos a vista global (quase aérea) para passarmos a uma abordagem mais próxima e intimista. 



Nikon D800 + Tamron SP 45mm f/1.8 Di VC USD 
@ 30 seg., f/10, ISO 100


Sem dúvida, as cores da iluminação desta parte da cidade são surreais! O rio fica "banhado" de cor!
Aproveito, nesta altura, para dizer a quem gosta de fotografar cenários noturnos como este (caso utilizem o formato de gravação de ficheiros JPG), que devem ter um cuidado especial com a regulação do equilíbrio de brancos (WB) da câmara. Ou seja, deverão ter o cuidado de seleccionar o modo "iluminação incandescente" ou regular manualmente o WB de modo a "arrefecer" a luz (regular para cerca de 2500 ~ 3000º K). Caso contrário, as imagens tenderão a ficar com um tom excessivamente "amarelado" o que as torna desagradáveis e de difícil leitura.  
Este, é um dos erros mais comuns observados nas fotografia que por aí vemos publicadas na Web apesar de ser de tão fácil resolução...
Caso fotografem em "RAW" não terão, de todo, de se preocupar com isso pois, em posterior edição, escolherão a temperatura de cor adequada. 
Aliás, não só por isso mas, principalmente, pela grande diferença de valores de exposição existentes neste tipo de cenário (entre sombras e altas luzes), esta é uma das alturas em que devemos, sempre que possível, fotografar em "RAW". Ponto! 
Isso fará toda a diferença na posterior edição das imagens, nomeadamente, na recuperação e equilíbrio entre as altas luzes e sombras.


Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD 
@ 30mm, 13 seg., f/9, ISO 100



Já que estamos a falar de "erros", relembro outro (que, mesmo sabendo disso, por esquecimento, me aconteceu nesta sessão de fotografias e me obrigou a repetir uma ou duas fotografias) e que tem a ver com os sistemas de estabilização das objectivas.
Se estivermos a efetuar capturas, deste género, com a câmara fixa no tripé, com a utilização de espelho levantado, cabo disparador... não faz sentido ter o sistema de estabilização das objectivas activo! Aliás o que vai acontecer, no caso de não o desligarmos, é que vamos ficar com fotos tremidas! Podem ver aqui o porquê >> 

De igual modo, sempre que observo alguém a fotografar em tripé, comummente verifico que pouco são aqueles que tapam o óculo do visor da câmara... (podem ver aqui de que forma isso influência a exposição)
E pronto, cá ficou o relato de como passar uma agradável noite a fotografar com algumas "dicas" à mistura para aqueles que nunca o fizeram, quem sabe, experimentarem nos dias mais dias quentes que por aí vem! 

Macrofotografia "no terreno" com a Nikon D500 e a Tamron SP 90mm Macro 1:1 (F017)

Bem.... já andava com saudades de "fazer" algumas Macro!
Assim, um destes dias lá foi....sem grandes complicações e sem grandes preparativos, apenas levei comigo uma câmara, uma objetiva, um Flash externo e uma pequena softbox!


HORVATHIOLUS SUPERBUS
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + SB-900 (c/mini Softbox): @ 1/60 seg., f/29, ISO 400


Para ser franco, penso que esta foi a primeira vez que utilizei a Nikon D500 em Macrofotografia... assim, não sei se a curiosidade maior era testar a câmara, neste tema, ou fotografar com o modelo mais recente da objetiva 90mm Macro da Tamron (nova série SP) que, apesar de já a ter há algum tempo, ainda não tem sido muito usada...

Comparativamente com o anterior, este novo modelo da SP 90mm (F017), apesar de não acrescentar mais nitidez de imagem (porque, quanto a isso, já todos os anteriores modelos 90mm Macro da marca eram excelentes), acaba por ser mais agradável de utilizar para fotografar. Uma das diferenças (significativa) reside numa melhor aquisição de focagem. Além dessa, também, o sistema de estabilização foi melhorado em relação ao anterior modelo e ajuda na captura de fotografias sem tripé (como foi o caso de todos os exemplos que ilustram este artigo).

Preferencialmente, com o objetivo de conseguir fotografias mais nítidas, deveríamos efetuar este tipo de fotografia com recurso a tripé. O problema e que, tal técnica, traduz-me duma diminuição, por um lado, da liberdade de movimentos e, por outro, pela perda de oportunidades... enquanto posicionamos o tripé os insetos, já eram!

Por isso, se pretendermos fotografar, com este tipo de objectivas Macro, Vida Selvagem, nomeadamente, pequenos insetos, existem dois factores que são sempre bem-vindos e deverão ser considerados na altura da escolha duma objetiva: Um eficaz sistema de estabilização e a escolha preferencial duma objectiva de maior distância focal sobre uma de menor distância focal. Quanto ao primeiro (sistema de estabilização), já acima ficou explicado porquê. Quanto ao segundo aspeto, embora a relação de reprodução (nível de "ampliação") que vamos conseguir com uma 60mm ou uma 90mm seja igual, as objetivas de maior distância focal permitem fotografar com maior distância de trabalho tendo, por isso, com a vantagem de não afugentar os insetos.
   


ASILIDAE ? (MOSCA ASSASSINA) (?)
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + SB-900 (c/mini Softbox): @ 1/60 seg., f/29, ISO 400



Em utilização "no terreno", mesmo em zonas sombrias do bosque onde me encontrava, um dos aspetos que mais me agradou no "upgrade" do modelo antigo (F004) para o novo (F017) foi, precisamente, a significativa melhoria na eficácia de aquisição de focagem. Mesmo em condições de pouca luz, o que é normal acontecer frequentemente neste tipo de fotografia, a objectiva consegue adquirir focagem de maneira precisa e correta! 
Em conjunto com a câmara que utilizei (a Nikon D500) a tarefa de efetuar capturas deste tipo acaba por ser simplificada! 



GLAUCOPSYCHE MELANOPS (PINTINHAS)
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + SB-900 (c/mini Softbox): @ 1/160 seg. (-0,3Ev), f/29, ISO 400


Para a captura das fotografias acima utilizei (apenas) um Flash externo (Nikon SB-900) montado diretamente na sapata da câmara com uma pequena Softbox (23x23cm). Pessoalmente, prefiro a utilização de um ou mais Flashs externos, ligados por cabo e/ou triggers, montados fora da câmara e direcionados a 45º para o que estamos a fotografar mas, sem ajudante, e sem tripé, isso não é exequível... não há mãos para tudo!


NEPHROTOMA QUADRIFARIA (?)
Nikon D500 + Tamron SP 90mm f/2.8 Di Macro 1:1 VC USD (F017) + SB-900 (c/mini Softbox): @ 1/60 seg., f/20, ISO 400


Ainda assim, cá fica esta última fotografia como exemplo duma captura segurando o Flash com a Softbox numa mão e a câmara apenas com a outra! 
A vantagem, sobre a utilização do Flash montado diretamente na câmara, reside numa melhor iluminação e, consequentemente, menos sombras. Neste caso, a Softbox foi colocada a cerca de 45º, lateralmente, ao nível da folha eliminando-se, assim, a sombra provocada pelo inseto caso a iluminação proviesse dum plano superior (ex: sapata da câmara).