Fotografia de Aves (alguns considerandos)


Nikon D300 + Nikon Nikkor 80-400mm Vr: 400mm, 1/400 seg. +0,3Ev, f/5.6, ISO 200
Chamariz (Serinus serinus) - Valongo, Abril de 2010

Hoje regresso ao tema Aves.
Os últimos dias de sol (os poucos que até aqui temos tido este ano) despertaram, de novo, a vontade de sair para o campo.
A fotografia de vida selvagem, designadamente de aves, pode por um lado ser fascinante mas, por outro, absolutamente frustrante.
As aves selvagens, quer pela sua natureza, quer por motivos compreensíveis, tendem logicamente a afastar-se do ser humano. Para contrariar essa tendência e as conseguirmos fotografar com algum detalhe, precisamos de ser persistentes e pacientes. Uma boa aproximação é fundamental pois o pequeno tamanho dalgumas aves (com cerca de 10cm) não chega para “preencher” por inteiro uma fotografia mesmo se estivermos a usar objetivas de 600mm a escassos metros de distância!
Desde logo, uma das dificuldades deste tipo de fotografia tem a ver com o material necessário. Para fotografar passerídeos (os tais pequenos pássaros), uma objectiva de 300/400mm será o mínimo que teremos que usar mas, muitas vezes, mesmo usando teleobjectivas de 600mm ou mais, rapidamente chegamos à conclusão que é pouco e que ainda era preciso mais… Claro, que os preços das teleobjectivas “disparam” após os 200/300mm. Depois, acresce ainda que, exceptuando este e um ou outro determinado tipo pontual de fotografia, estas tele-objetivas, que tem uma utilização muito especifica sobretudo se foram de distância focal fixa, raramente serão usadas pois para a maior parte dos assuntos possuem ampliação em demasia; não são facilmente transportáveis; são pesadas… enfim, não são objectivas com as quais se ande a passear e tirar umas fotos de fim-de-semana. (E digo isto com alguma pena, pois não são raras as alturas que tenho a câmara à mão, com outras objectivas acopladas, e que surge uma ou outra oportunidade de fotografar alguma espécie que já me levou a percorrer propositadamente várias dezenas de Km sem sequer a ter observado!)
Além disso, para utilizarmos essas distâncias focais necessitamos de alguma técnica e ainda de um bom tripé, uma boa cabeça de tripé, cabo disparador…
E, tudo isso terá de ser levado para o campo durante as nossas saídas. Para dar uma ideia diria que, levando o equipamento minimamente necessário, facilmente o peso a “carregar” atinge 6/7 ou mais Kg…

Nikon D200 + Nikon Nikkor 80-400mm Vr: 400mm, 1/320 seg., f/5.6, ISO 200
Fuinha-dos-juncos (Cisticola juncidis) - Valongo, Janeiro de 2008

Depois, não menos importante é o conhecimento acerca das espécies e dos seus hábitos. Por exemplo sair para fotografar aves durante o fim da manhã ou meio da tarde num dia de verão é pura perda de tempo… as aves acordam bem cedo e estão mais activas durante as primeiras e últimas horas do dia. Por isso, outro “sacrifício” para quem pretender fotografar aves de manhã… levantar bem cedinho! Já cheguei a estar no terreno pelas 6 horas e pouco da manhã (?) para fotografar uma vez Rabiruivos! Por sorte, nesse dia, trouxe uma mão cheia de fotografias (aí umas quatro ou cinco)! Aliás esse aspecto leva-nos a outra questão: a dificuldade e a incerteza de conseguirmos fotografar o que queremos. Se noutros tipos de fotografia (paisagem, retrato, etc.) sabemos que o motivo está presente e que, dependendo do que pretendemos, só temos que, quando muito, esperar pela melhor altura do dia, luz, etc., já quanto às aves não podemos contar com essa certeza. Daí ter dito no início que este tipo de fotografia poderia ser absolutamente frustrante… Por vezes umas longas horas de espera traduzem-se numa única fotografia, outras vezes... em nenhuma! E, essas “outras vezes" acabam por ser vulgares… Não pelo motivo de não avistarmos qualquer ave mas porque não conseguimos fotografar a que pretendíamos ou, mesmo tendo captado algumas dezenas de fotos da espécie pretendida, nenhuma se aproveita! Esta é, quanto a mim, uma das piores situações… conseguir observar a ave, captar umas fotos e no final em nenhuma delas a focagem ou enquadramento estarem como queriamos…
Por outro lado, quando conseguimos uma foto duma espécie que ainda não constava da “caderneta” sentimos que as horas passadas à espera, o cansaço pelo peso transportado, a roupa e as botas todas enlameadas ou molhadas valeram o ”sacrifício”! É esta a essência da fotografia de vida selvagem, nomeadamente, das aves. Por isso, quem quiser fotografar aves selvagens no seu habitat natural, além do material necessário, precisará ainda deste espírito!
Pessoalmente, depois de “sacudida” a preguiça e de arrancar “carregado” para o campo, sabendo e contando de antemão com todas as condicionantes acima referidas, raramente dou por mal empregue o tempo despendido.
A recente fotografia do Chamariz (Serinus serinus), uma espécie vulgar nesta altura do ano, bem assim como a do Fuinha-dos-juncos (Cisticola juncidis), foram captadas, como lhe costumo chamar, nas minhas "redondezas" sem grandes deslocações e em pequenas "voltas" ou passeios de fim de tarde a sítios que vou conhecendo e descobrindo. A frequência das deslocações e visitas repetidas a um determinado lugar são outros dos factores que ajudam a conhecer as espécies que por lá habitam e quais os seus pousos favoritos.
Há que aproveitar, também, para fotografar o que temos perto!

Ruído na imagem: 5 Perguntas - 5 (breves) respostas



O que é?
De uma maneira geral, todos os utilizadores de câmaras digitais numa ou noutra situação certamente que já se depararam com fotografias que apresentam pequenos pontos com variações de cor. Na terminologia própria, esse fenómeno tem um nome e é designado por "Ruído na imagem". No fundo, para aqueles que vem da "era analógica" encontramos, de modo grosseiro, a equivalência no chamado "grão do filme", sendo também comparável o valor ISO ao anterior valor de sensibilidade da película denominado de ASA.
Uma vez que o "Ruído na imagem" está intrinsecamente associado à "era digital", mais concretamente aos sensores e sensibilidades ISO usadas, esse é um dos aspectos determinantes na qualidade final das imagens que as câmaras DSLR são capazes de produzir. Não é de estranhar, portanto, que uma das actuais "guerras" entre as principais marcas de câmaras não deixe de contemplar a preocupação de reduzir ao máximo o ruído de imagem a valores cada vez mais elevados de sensibilidade ISO.
A evolução neste campo tem sido enorme existindo, actualmente, câmaras capazes de fotografar a sensibilidades tão grandes como os 102400 ISO! Reporto-me à recente Nikon D3s. Para dar uma ideia da evolução, quanto à sensibilidade a que podemos agora fotografar, refiro que o filme ou película mais sensível, que me lembro ter existido, tinha o valor de 3500 ISO e era específico para Astrofotografia. Este último valor de sensibilidade de filme é, actualmente, um valor "vulgar" para qualquer moderna câmara DSLR!
Esta relação, causa-efeito (sensor-ruído na imagem) tem sofrido uma fantástica evolução... As melhorias (diminuição de ruído) devem-se ao enorme desenvolvimento que tem sofrido os sensores das câmaras. Quer no seu aperfeiçoamento em termos de qualidade quer, também, no isolamento dos mesmos a um dos factores responsável por esse fenómeno... o calor gerado durante o seu funcionamento.

O que o provoca?
Além das causas principais - o calor, qualidade e tamanho dos pixéis dos sensores, o ruído na imagem é mais ou menos visível dependendo dum outro factor: O valor de Sensibilidade usado! Sendo o valor ISO que utilizamos, ou valor de Sensibilidade de exposição à Luz, um dos responsáveis pela introdução de ruído é natural que quanto maior for esse valor, maior seja, também o nível de ruído final que se produz e que acompanha o sinal de imagem.
Claro que não é possível estandardizar e encontrar uma equivalência fixa para a relação entre o valor ISO e a quantidade de ruído produzido. Cada modelo de câmara tem o seu próprio nível e tipo de ruído a diferentes valores ISO. Por isso, se em cartas câmaras numa determinada situação, ele não for visível a (x) ISO, não quer dizer que noutro qualquer modelo de câmara, com as mesmas situações o ruído não seja notório até a metade do primeiro valor usado. Cada um deve ir “medindo” as condições e até que valor pode fotografar de maneira a não obter imagens que considere desagradáveis. Mas isso também é relativo, pois em certos tipos de fotografia algum ruído de imagem podem tornar o aspecto final mais apelativo (fotografia a Preto & Branco, etc,…)
Muito genericamente, poderia dizer-se que o ruído provocado pelo sensor das câmaras será mais visível/detectável em situações de insuficiência de sinal de imagem (daí que as zonas escuras/sombras sejam as primeiras onde ocorre).  Nestas condições o ruído sobrepõe-se ao sinal da imagem sendo, por isso, mais notório.

Quais as suas variantes?
Quanto a isto, nada melhor que ver os exemplos acima. Os três exemplos ilustrativos são “cortes” de áreas de fotografias, captadas com diferentes câmaras e, por sua vez, também, a diferentes valores de sensibilidade ISO.
O chamado “Ruído de luminância” será talvez o mais conhecido (e mais fácil de eliminar em pós-produção) e é gerado essencialmente a valores de ISO médios. Dependendo da câmara diria que, entre os 400 e os 1600 ISO. Acima de tudo caracteriza-se por flutuações na intensidade luminosa detectável nas zonas mais escuras das fotografias.
O segundo exemplo “Ruído cromático” gera-se, comummente, no limite máximo permitido pela câmara ou em utilizações próximas desse valor.
É um tipo de ruído essencialmente caracterizado por flutuações no que concerne à cor.
Detectam-se facilmente manchas de cores distintas (verdes, magentas, …) que se adicionam à cor base do motivo fotografado.
O “Ruído de banda ou de riscas”, provavelmente, será de todos o mais problemático. Todavia, é também o que mais se isola dos restantes quanto ao motivo porque aparece nas imagens. Se enquanto que o aparecimento dos outros dois pode, até certo ponto, ser considerado “normal” quando ultrapassados certos valores (neste caso limites) de sensibilidade ISO, já quanto ao ruído de bandas, a sua origem deve-se a anomalia durante o processamento da imagem por parte da câmara. Este tipo de ruído caracteriza-se, como aliás o seu próprio nome indica, por “riscas” ao longo da imagem (mais pronunciadas nas partes escuras) e surge com maior facilidade quando fotografamos motivos de grandes contrastes a valores ISO mais elevados (por exemplo, em cenas nocturnas que envolvam luz de candeeiros contra um fundo escuro).
Existe ainda um outro tipo de ruído, pouco falado, do qual não tenho nenhum exemplo demonstrativo, provocado por exposições longas denominado de “hot pixels” (pontos "mortos" de cor branca) ou “stuck pixels” (pontos "mortos" de cor verde, vermelha ou azul) caracterizando-se por pontos mais largos que os dos tipos de ruído anteriormente descritos emanando uma luz também mais intensa. Todavia, este tipo de ruído é, hoje em dia, cada vez menos vulgar devido à tecnologia aplicada às mais recentes câmaras, designadamente aos sensores.

Como se evita?
Bom, quanto aos dois primeiros tipos penso que parte da resposta já foi dada… isto é, pode evitar-se ou, pelo menos, diminuir-se a sua intensidade usando sensibilidades de luz menos altas (valores ISO mais baixos).
Mas, existe ainda um pequeno truque que podemos utilizar para diminuir o ruído de imagem, designadamente o de luminância. O processo consiste em compensar positivamente o valor de exposição indicado pela câmara. Porquê? Se a aparição deste tipo de ruído tem fundamentalmente relação com insuficiência de sinal de imagem, ao compensar-mos a exposição (positivamente) estamos a tornar o sinal mais forte e, dessa forma, menos susceptível de se tornar visível o ruído.
Evidentemente que, caso seja possível, a utilização do Flash em situações de luz escassa será o melhor “trunfo” contra o ruído de imagem. O valor ISO a usar não necessitará de ser tão elevado e, por outro lado, a intensidade da luz do Flash compensará as zonas menos iluminadas tornando o sinal de imagem que chega ao sensor mais forte e, como já vimos, menos susceptível, por isso, de “criar” ruído.
Quanto ao desagradável ruído de “riscas ou bandas” a forma de o eliminar será, em alguns casos, através da simples actualização do firmware da câmara ou remetendo a mesma para reparação na respectiva marca.

Como pode ser reduzido (em pós-produção)?
Através dos chamados filtros de redução de ruído. Existem vários programas dedicados a esse fim, funcionando alguns deles como “Plug-in” em programas como o Photoshop. Aliás, este último programa contempla já, de raiz, esse tipo de filtro (que vem melhorando de versão para versão) mas, pessoalmente, aquele que acho ser o mais eficaz é o “Neat image” que funciona, também, precisamente como Plug-in que podemos adicionar ao mencionado programa. Este filtro consegue reduzir, com grande eficácia, o ruído na imagem preservando, contudo, a nitidez/recorte da mesma.

* Como reduzir ruído no Photoshop
(para ficheiros de imagens em JPG):
Escolher Filtro > Ruído > Reduzir ruído
(para ficheiros em RAW):
Abrir imagem > Detalhe > Reduzir ruído

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Canon EF 24-105mm f/4 L IS USM






Juntamente com a Canon EOS 5D MK II, que testei há uns tempos atrás, foi-me cedida também esta Canon EF 24-105mm f/4 L IS USM.
Na altura achei que este conjunto (que inclusivamente é vendido em Kit) era bastante equilibrado.
De facto, esta zoom “normal” 24-105mm cobre uma grande amplitude de situações ou assuntos fotográficos. Desde fotografia paisagística até ao retrato ou, inclusivamente, para utilização num ou noutro evento desportivo ela é “pau para toda a colher”. Claro está, que o seu ponto forte não é certamente a velocidade. A sua abertura máxima (f/4) é um pouco lenta para algumas situações mas, em contrapartida, está dotada de dois aspectos positivos: o seu sistema USM (Ultrasonic Silence Motor) e o sistema IS (Image Stabilizer). Traduzindo: uma focagem rápida e estabilizada electronicamente! Os dois sistemas em conjunto possibilitam a captura de fotografias muito para além dos valores de abertura e velocidades aconselhados para objectivas desprovidas desta tecnologia!



Manuseamento:


Sinceramente gostei da forma como esta objectiva está desenhada. Os botões são acessíveis e fáceis de comutar; os anéis, quer de focagem, quer de distâncias focais, são precisos e suaves…
O seu baixo peso e tamanho reflectem um compromisso com a abertura mais lenta em relação a outras propostas daquela marca, como por exemplo a EF 24-70mm f/2.8 L USM. As quase 300g de diferença de peso entre estes dois modelos são a prova disso e, já que estou a falar quanto ao seu manuseamento, acabam por fazer sentir-se ao fim de algum tempo. Esta Canon EF 24-105mm f/4 L IS USM adapta-se bem à mão e mesmo em transporte, quer seja segurando pela objectiva, quer seja pela câmara, a utilização é confortável. Andei uns bons minutos a pé segurando este Kit (Canon EOS 5D MK II + 24-105mm L IS USM) e a sensação, embora de menos robustez do conjunto que estou “habituado a carregar” (Nikon D200 c/punho vertical e Nikkor 24-70mm f/2.8) é, em compensação, mais cómoda e ergonómica.


Construção:

Exceptuando um pormenor, a construções desta objectiva é boa. O anel vermelho e a sigla L indicam, desde logo, que estamos na presença duma Canon destinada a uso profissional. Por isso, é selada quer a poeiras, quer a humidades. Todavia, o facto de ser construída em plástico foi, sem dúvida, o aspecto que achei menos positivo e que, por isso, mais me desagradou na construção desta zoom. Embora não seja um qualquer plástico frágil, até porque o ciclo de vida útil desta objectiva tem uma previsão de duração superior a 10 anos, acho que o preço a pagar (acima dos € 1.000,00) e o carácter que denomina as objectivas da Canon “séries L” mereciam um pouco mais! A frente desta 24-105mm também é plástica. Refiro-me ao anel frontal onde se apertam os filtros. Contudo, isso em nada afecta o seu desempenho como mais à frente veremos…
Internamente parece ser compacta e mesmo chocalhando não se ouvem barulhos dignos de registo, designadamente, derivados do sistema de estabilização de imagem, dos anéis de focagem e do “zoom”.

Em utilização:


Aqui residem os trunfos desta Canon. O estabilizador de imagem que segundo os dados oficiais, permite a captura de fotografias até 3 f/stop’s abaixo da abertura usual. Sobre este aspecto fiquei surpreendido pela positiva pois acho que até é bem capaz de mais que isso! Captar fotos com pouca luz a ISO’s relativamente baixos, a velocidades de obturação incrivelmente baixas, somente empunhando a câmara sem recurso a tripé ou a outro qualquer suporte não são de facto ficção…. Por isso os f/4 de abertura máxima ficam aqui “redimidos” por uma sistema de estabilização de imagem verdadeiramente eficaz que os compensa! Ou seja… gostei mesmo!
Já quanto à suposta capacidade Macro… bom o comentário já está no caixilho acima…

Tamanho:




Compacta. O seu comprimento máximo atinge-se quando na distância focal de 105mm.
Mesmo com o parasol montado o volume esta objetiva continua a ter uma dimensão relativamente discreta para uma zoom desta natureza. Os 83.2mm de diâmetro máximo, em pouco mais excedem os 77mm do anel frontal, tipicos desta gama de objectivas zoom de cariz "profissional".


Qualidade óptica:

Pese embora esta objectiva Canon EF 24-105mm f/4 esteja dotada de lentes Super UD, segundo uns testes comparativos que efectuei (com gráfico de testes) com a Nikkor 24-70mm f/2.8, não achei a qualidade de imagem verdadeiramente excepcional. Sem dúvida que é boa em termos de recorte mas fica aquém da mencionada Nikkor. Diga-se, em boa verdade, que este comparativo não é muito justo porquanto a objectiva "equivalente" à Nikkor 24-70mm f/2.8 seria a Canon EF 24-70mm f/2.8 L USM, uma objectiva bem mais cara do que a que menciono neste artigo!
Quanto a aberração cromática não notei nada digo de relevo. Mesmo em condições de contra-luz a Canon 24-105mm portou-se bem. Achei que a coloração das fotos que "saem" desta objetiva não é neutra. Na realidade, a cor é intensa mas não de forma exagerada.
Quanto ao controle de reflexos, é muito bom (mesmo em situações limite e sem parasol).

O que menos gostei:

De maneira rápida e curta...
  • Distorção de imagem grande a 24mm (tipo barril)
  • Vinhetagem (a várias distâncias focais quando usada a abertura máxima).

Conclusão:

Apesar de contar já com alguns anos de produção, a versatilidade, a qualidade geral e a agradabilidade estética desta Canon EF 24-105mm f/4 L IS USM continuam a fazer dela uma boa proposta nomeadamente quando utilizada em câmaras de formato FX. O preço, face à “idade” com que já conta e pelos materiais usados na construção poderia ser menos elevado….

Qualidade Óptica
★★★★
Qualidade de Construção
★★★★
Versatilidade
★★★★★
Manuseamento
★★★★
Valor
★★★★