Uma das objectivas da "nova Era" para testes!
Ontem, recebi para testes, por parte da ROBISA, a recentíssima SP 90mm f/2.8 Macro Di VC USD (modelo f/017) da Tamron!
Trata-se duma objectiva que estará brevemente disponível para venda no nosso país.
Esteticamente as diferenças para o modelo anterior (f/004) são muitas. O Design foi inteiramente revisto e a aparência é mais refinada. Mas, acima de tudo, interessa testar as suas qualidades ópticas e funcionais. Esperemos a melhoria de tempo para os testes "Macro" no terreno!
Tendo já fotografado ocasionalmente com a nova SP 45mm f/1.8 e sendo esta SP 90mm, também, uma objectiva da nova série "Super Performance" presumo que os padrões de qualidade vão ser idênticos e que não vai desiludir... Contudo, uma vez que o preço desta nova 90mm vai ser superior ao da anterior versão, espero uma melhoria, pelo menos, em relação ao único "senão" que me desgostava no modelo f/004: a dificuldade de aquisição de foco em condições de pouca luz ou cenários com pouco contraste.
Se ultrapassar esse "senão", pelas características anunciadas em relação à construção e revestimentos ópticos, deve ser (como já o era a anterior versão) uma excelente opção para Macro e mesmo para fotografia de retrato.
Oportunamente, vou dando novidades!
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Tamron 90mm f/2.8 Macro
Sekonic Litemaster Pro L-478D | Fotómetro digital para Flash e Luz Ambiente
Para variar, falemos hoje de medição de luz. Ou melhor, de fotómetros!
Atualmente todas as câmaras possuem internamente "fotómetro". Portanto, hoje em dia, podemos quase dispensar a utilização destes acessórios. Digo, "quase" porque, efetivamente, as câmaras (independentemente da marca, modelo e gama) não conseguem substituir por completo os Fotómetros externos.
Desde logo, a grande diferença reside no modo como ambos os sistemas efetuam a leitura de luz. Os fotómetros internos das câmaras fazem apenas uma leitura da luz reflectida enquanto que os fotómetros externos conseguem, além desse tipo de leitura, fazer leitura da luz incidente. E, logo aqui, reside uma diferença. Não querendo alongar muito acerca deste assunto (leitura de luz reflectida vs leitura de luz incidente), sabendo que nem todos os objectos refletem a luz da mesma maneira já dá para ter a ideia dos "erros" a que isso pode induzir nos fotómetros que as nossas câmaras possuem.
Porque usar fotómetros?
Em baixo podem ver uma ilustração demonstrativa das diferenças entre Luz Refletida e Luz Incidente. (costuma dizer-se que uma imagem vale por mil palavras. Neste caso, atendendo à qualidade dos desenhos... diria apenas 999! mas penso que dá para perceber...)
Bom, mas, tal como disse, não é sobre isso que vamos falar... (mas talvez fique a ideia para um outros artigo mas completo com exemplos demonstrativos...).
Retomando o artigo e tema de hoje... A Sekonic é uma das mais conhecidas e reputadas marcas de Fotómetros. O modelo que consta de imagem - L-478D - não sendo uma novidade, continua a ser atualmente o único modelo de fotómetro com funcionamento por "Touch" e com ecrã colorido. Pode não ser uma das características mais importantes num fotómetro mas ajudam ao seu manuseamento, controle e leitura de dados.
Até aqui, do que tenho testado, o modelo é prático e fiável. O ecrã, não se podendo comparar em termos de sensibilidade e resolução aos existentes nas mais modernas versões de telemóveis é, mesmo assim, suficientemente agradável. Quanto à precisão da medição de luz, não tendo feito nenhum comparativo, parece-me que as leitura são... corretas!
As potencialidades deste modelo são inúmeras mas houve uma, em particular, que me cativou e que faz a diferença para outros modelos: a possibilidade de efectuar medições tendo por base a selecção da abertura de diafragma. Genericamente os resultados dos fotómetros assentam na escolha prévia do valor ISO e da velocidade de obturação no que resulta a indicação da abertura a usar. Com este modelo podemos seleccionar o valor ISO e a abertura de diafragma que pretendemos, resultando disso a velocidade de Obturação respectiva a usar! Claro que isto acaba por ser redundante e podemos sempre fazer os respetivos cálculos para obter a solução pretendida. Mas que é muito mais simples e imediato, isso é inegável!
Em Estúdio, quando fotografo produtos (com iluminação contínua), a abertura de diafragma é, quase sempre, o elemento preferencial (basicamente porque utilizo objectivas Macro e o controle da profundidade de campo é primordial), portanto esta possibilidade é muito bem vinda.
O aparelho possui um entrada USB para actualização de firmware e é vendida com um programa (em CD) para transferência de software (pode ser calibrado especificamente para uma ou diversas câmaras).
Do conteúdo da embalagem fazem ainda parte o manual de instruções (apenas uma folha desdobrável com as instruções básicas); um cordel para segurar o fotómetro; um autocolante refectivo para opcionalmente quem quiser colocar no ecrã e uma bolsa semi-rígida para transporte/armazenamento do fotómetro.
Com a Lumisfera retraída para leitura de contraste (2D)
Porta USB para atualizações de Firmware/Software
Tomada para controle de Flash via cabo de sincronização
De forma resumida, cá ficam as principais características do Sekonic L-478D:
Cabeça receptora:
- Rotação até 90° para a direita, 180° para a esquerda, retrátil para leitura de contraste
Método receptor de luz:
- Luz incidente e luz reflectida
Receptor de luz incidente:
- Cúpula (retrátil para leituras de contraste)
Elemento receptor de luz:
- Fotodiodo de silicone
Modos de medição de luz ambiente:
- Modo Prioridade à abertura
- Modo Prioridade ao obturador
- TF medição com prioridade ao obturador + abertura
- Medição EV
- Modo Cinema HD: Apresentação de valor f/Stop quando introduzidos os valores de obturação, ISO e frame rate
- Modo Cinema - FPS: Apresentação de valor f/Stop quando introduzidos os valor de "frame rate", ISO e amplitude de obturador
- Medição de brilho simples (pé-Lambert, cd/m2)
- Medição de iluminação simples (lux, pé-vela)
Modos de medição do flash:
- Com e Sem cabo de sincronismo (cumulativo e não cumulativo)
Intervalo de valores de medição (ISO 100) da luz ambiente:
- Luz incidente EV-2 a EV 22,9
Menus:
- (perfil) de navegação configurável
- Parâmetros de Exposição e Calibração personalizáveis
Alimentação:
- 2 pilhas AAA
Dimensões:
57(C)×140(A)×26(P)mm
Peso:
143g (c/pilhas)
____________________________
+
Medição fiável
Facilidade de utilização
Possibilidade de medição de luz com base na indicação da abertura de diafragma utilizada (e valor ISO)
- Cúpula (retrátil para leituras de contraste)
Elemento receptor de luz:
- Fotodiodo de silicone
Modos de medição de luz ambiente:
- Modo Prioridade à abertura
- Modo Prioridade ao obturador
- TF medição com prioridade ao obturador + abertura
- Medição EV
- Modo Cinema HD: Apresentação de valor f/Stop quando introduzidos os valores de obturação, ISO e frame rate
- Modo Cinema - FPS: Apresentação de valor f/Stop quando introduzidos os valor de "frame rate", ISO e amplitude de obturador
- Medição de brilho simples (pé-Lambert, cd/m2)
- Medição de iluminação simples (lux, pé-vela)
Modos de medição do flash:
- Com e Sem cabo de sincronismo (cumulativo e não cumulativo)
Intervalo de valores de medição (ISO 100) da luz ambiente:
- Luz incidente EV-2 a EV 22,9
Menus:
- (perfil) de navegação configurável
- Parâmetros de Exposição e Calibração personalizáveis
Alimentação:
- 2 pilhas AAA
Dimensões:
57(C)×140(A)×26(P)mm
Peso:
143g (c/pilhas)
____________________________
+
Medição fiável
Facilidade de utilização
Possibilidade de medição de luz com base na indicação da abertura de diafragma utilizada (e valor ISO)
-
Preço elevado
Visor pouco contrastado para utilização em dias de sol
Apenas disponível em versões com 3 idiomas - Japonês; Chinês e Inglês (predefinidas e não seleccionáveis via menu)
Apenas disponível em versões com 3 idiomas - Japonês; Chinês e Inglês (predefinidas e não seleccionáveis via menu)
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Equipamento-Outros,
Medição de luz
Grutas de Mira de Aire | Viagem às profundezas da terra
Sem querer escrever muito, hoje ficamos apenas com "legendas" a algumas imagens que captei recentemente, em condições limite, nas Grutas de Mira de Aire, com a Nikon D800 e a Ultra-grande-angular Tamron SP 15-30mm f/2.8.
Com um nível de humidade de cerca de 75% e uma temperatura constante que ronda os 17ºC, estas grutas sitas no concelho de Porto de Mós, distrito de Leiria (a cerca de 15 Km de Fátima), são consideradas uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal e as maiores existentes no nosso país.
Esta visita que efetuei não teve pretensões "fotográficas" e foi feita apenas como visitante casual. No entanto, uma vez que estava com a D800 e a Tamron 15-30mm, um conjunto excelente para fotografar com grande amplitude em locais de exíguas dimensões, porque não aproveitar para captar, pelo menos, umas fotografias que servissem de registo das belíssimas formações naturais aí existentes?
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
@ 30mm, 1/20 seg.(VC-On), f/3.2; ISO 6400
@ 30mm, 1/20 seg.(VC-On), f/3.2; ISO 6400
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
@ 30mm, 1/20 seg.(VC-On), f/3.2; ISO 6400
As grutas estão, desde 1974, abertas ao público em geral e não apresentam qualquer grau de dificuldade na sua visita.
Com uma extensão total de 11Km, apenas cerca de 600m são, todavia, possíveis de visitar. Decorrem há décadas, no local, expedições espeleológicas que vão acrescentando novas galerias e uma maior dimensão ao conjunto.
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
@ 26mm, 1/60 seg.(VC-On), f/4; ISO 6400
Esta visita que efetuei não teve pretensões "fotográficas" e foi feita apenas como visitante casual. No entanto, uma vez que estava com a D800 e a Tamron 15-30mm, um conjunto excelente para fotografar com grande amplitude em locais de exíguas dimensões, porque não aproveitar para captar, pelo menos, umas fotografias que servissem de registo das belíssimas formações naturais aí existentes?
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
@ 15mm, 1/30 seg.(VC-On), f/3.2; ISO 6400
Como, desta vez, não levava comigo qualquer Flash externo, decidi testar a D800 (quase) no limite dos valores ISO. Com base na iluminação artificial existente no local e considerando que estava a utilizar uma Ultra-grande-angular com um eficaz sistema de estabilização, os 6400 de sensibilidade ISO foram suficientes para conseguir velocidades de obturação na ordem dos 1/20 ~ 1/60 segundos. Valor que, sem recurso a tripé, já dava garantia de fotos nítidas.
Nikon D800 + Tamron SP 15-30mm f/2.8 Di VC USD
@ 27mm, 1/50 seg.(VC-On), f/3.2; ISO 6400
Desse modo, conseguem-se captar as cores e a envolvência das grutas de forma idêntica à que as vemos. No caso de se utilizar Flash (como o fazem a maioria dos visitantes) obteremos imagens com uma temperatura de cor mais fria pois a câmara regulará o "WB" (equilíbrio de brancos) para essa função.
Para ser franco, embora possa ser um "atrativo turístico", a iluminação existente no interior das grutas é demasiado "turística e popular"... Como apreciador da natureza no seu estado "mais puro" preferia ver, no interior das grutas, uma iluminação mais "natural" sem verdes, vermelhos, amarelos e sei lá que mais cores.... Como as fotos foram todas captadas em "Auto WB", em posterior edição, ainda corrigi algum excesso de tonalidade amarela mas, mesmo assim, infelizmente não conseguimos retratar a cor "natural" das fabulosas estalactites, estalagmites e colunas que compõem as grutas...
A propósito do que acabo de referir, deixo um "Link" a um artigo já antigo, onde podem ver exemplos de fotos captadas (neste caso no interior dumas antigas Minas Romanas) sem qualquer iluminação artificial e que pode se visto aqui >>
A propósito do que acabo de referir, deixo um "Link" a um artigo já antigo, onde podem ver exemplos de fotos captadas (neste caso no interior dumas antigas Minas Romanas) sem qualquer iluminação artificial e que pode se visto aqui >>
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Fotografia-Natureza,
Tamron 15-30mm f/2.8
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